Uma sequência de assaltos planejados em detalhes – baseada, possivelmente, em informações privilegiadas –rendeu dinheiro, armas, coletes à prova de balas e uma carga de cigarros avaliada em R$ 800 mil. O ataque foi liderado por dois falsos vigilantes, vestidos com uniformes roubados dos seguranças que fariam a escolta da carga que seria levada de Porto Alegre para distribuição na Serra.
A ofensiva dos criminosos começou por volta das 2h, quando o bando invadiu a filial da empresa de segurança Special Service, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana.
Seis criminosos renderam dois vigilantes que chegavam para o trabalho. As vítimas foram sequestradas e colocadas no porta-malas de um Polo.
Os ladrões pegaram tudo que os interessavam no local: armamento – espingardas e armas curtas, cuja quantidade não foi revelada –, colete à prova de balas, uniformes e um Prisma preto, usado para escolta.
Vestidos com a farda da empresa, dois bandidos foram com o Prisma até o depósito da Souza Cruz, no bairro Navegantes, na Capital, como se fossem os verdadeiros vigilantes escalados para escoltar um caminhão que levaria cigarros para Caxias do Sul.
Chegaram juntos com o caminhoneiro e foram recebidos por um funcionário da Souza Cruz. Os bandidos demonstravam conhecimento da rotina de horários e dos procedimentos na empresa.
Bandidos roubaram cofre com dinheiro
O funcionário, desconfiado, ainda perguntou se eles eram vigilantes novos e ouviu como respostas que eram de Curitiba – onde fica a matriz da empresa de segurança.
Minutos depois, a dupla anunciou o assalto, rendendo o funcionário e o caminhoneiro. Em seguida, estacionou no depósito um caminhão Mercedes-Benz 912, azul, com baú branco. Da carroceria, saltaram seis encapuzados armados com pistolas e espingardas. O bando pegou um cofre com dinheiro – não há detalhes do tamanho nem da quantia –, celulares e um dispositivo de alarme.
Por cerca de uma hora e meia, os bandidos carregaram caixas de cigarros, lotando o “Mercedinho” – não usaram o caminhão da empresa, pois sabiam que tem rastreador. Após a fuga da quadrilha, os vigilantes sequestrados foram soltos em Canoas, nas imediações onde o Prisma da empresa de segurança foi abandonado.
As cenas do roubo à Souza Cruz foram gravadas pelo circuito interno de TV, mas as imagens pouco ajudariam a identificar o bando. O crime é investigado pela Delegacia de Repressão ao Roubo e Furto de Cargas.
– Investigamos um possível vazamento de informação privilegiada – afirmou o delegado Rodrigo Bozzetto.
Procuradas, a Souza Cruz e a empresa de segurança evitaram se pronunciar sobre o caso.
Bem-vindo (a) O Vigvelhinho é um blog brasileiro que mostra a realidade sobre Segurança,politica e todo seu universo, na visão de Willian souza . Sempre procuramos falar sobre a segurança de todas as formas possíveis.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Vigilante que matou chefe ao ser despedido no dia do aniversário é condenado a 4 anos
Após 19 horas de deliberação o júri popular condenou o vigilante Deusdeti Teixeira, de 44 anos, a quatro anos e dois meses de prisão em regime semi-aberto pelo assassinato de seu supervisor, Luiz Fernando Cirilo Fernandes, de 31 anos, que o demitiu no dia do seu aniversário.
O julgamento só terminou às 4h deste sábado (28). Teixeira foi acusado de homicídio privilegiado. Segundo o juiz Edmundo Lavinas Jardim, no momento do crime ele estava sob violenta emoção e a ação do supervisor foi entendida como provocação injusta.
O crime aconteceu em 2008. Ao chegar para trabalhar no dia de seu aniversário, o vigilante recebeu o aviso de demissão e, inconformado pegou a sua arma de trabalho e atirou quatro vezes contra o supervisor. Teixeira foi preso e assumiu o crime
O julgamento só terminou às 4h deste sábado (28). Teixeira foi acusado de homicídio privilegiado. Segundo o juiz Edmundo Lavinas Jardim, no momento do crime ele estava sob violenta emoção e a ação do supervisor foi entendida como provocação injusta.
O crime aconteceu em 2008. Ao chegar para trabalhar no dia de seu aniversário, o vigilante recebeu o aviso de demissão e, inconformado pegou a sua arma de trabalho e atirou quatro vezes contra o supervisor. Teixeira foi preso e assumiu o crime
SP tem mais três casos de roubo a caixas eletrônicos nesta madrugada
Mais três casos de roubos a caixas eletrônicos foram registrados nesta madrugada na capital e na Grande São Paulo. Na zona oeste da cidade, sete bandidos amarraram os vigias da Editora Saraiva, na Rua Henrique Schaumann, número 270, em Pinheiros, e roubaram três caixas eletrônicos do banco Itaú, por volta das 3h. Ninguém foi preso. O caso foi encaminhado ao 14º DP.
Agência da Caixa
Na região central da capital paulista, uma agência da Caixa Econômica Federal localizada em Santa Cecília, foi assaltada aproximadamente às 3h40. Os bandidos arrebentaram as portas e vidros do agência, na Avenida Duque de Caxias, e roubaram computadores. Ninguém foi preso.
Osasco
Uma explosão de três caixas eletrônicos, todos da rede Banco 24 Horas, se transformou em um incêndio, por volta das 3h30, no supermercado Cambuí, localizado na rua Professora Adelaide Escobar Bueno, no Jardim Munhoz Júnior, na zona norte de Osasco, na Grande São Paulo.
Os bombeiros foram acionados para combater as chamas. A polícia por enquanto não tem mais detalhes sobre a ação dos criminosos. Ninguém foi preso. O caso foi registrado no 10º Distrito Policial de Osasco, do Jardim Baronesa.
São Bernardo
Após invadirem um prédio da Telefônica na Rua Basílio Machado, na região central de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, cinco bandidos roubaram caixas eletrônicos, por volta das 5h. Os criminosos renderam os vigias do local e, com o uso de maçaricos, levaram dinheiro das máquinas. Ninguém foi preso. O caso será encaminhado ao 1º DP.
Agência da Caixa
Na região central da capital paulista, uma agência da Caixa Econômica Federal localizada em Santa Cecília, foi assaltada aproximadamente às 3h40. Os bandidos arrebentaram as portas e vidros do agência, na Avenida Duque de Caxias, e roubaram computadores. Ninguém foi preso.
Osasco
Uma explosão de três caixas eletrônicos, todos da rede Banco 24 Horas, se transformou em um incêndio, por volta das 3h30, no supermercado Cambuí, localizado na rua Professora Adelaide Escobar Bueno, no Jardim Munhoz Júnior, na zona norte de Osasco, na Grande São Paulo.
Os bombeiros foram acionados para combater as chamas. A polícia por enquanto não tem mais detalhes sobre a ação dos criminosos. Ninguém foi preso. O caso foi registrado no 10º Distrito Policial de Osasco, do Jardim Baronesa.
São Bernardo
Após invadirem um prédio da Telefônica na Rua Basílio Machado, na região central de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, cinco bandidos roubaram caixas eletrônicos, por volta das 5h. Os criminosos renderam os vigias do local e, com o uso de maçaricos, levaram dinheiro das máquinas. Ninguém foi preso. O caso será encaminhado ao 1º DP.
Interior da Bahia tem onda de assaltos a bancos nesta segunda
Uma quadrilha promoveu assaltos em série na manhã desta segunda-feira (30) em Ibiassucê (629 km de Salvador), município de 10 mil habitantes no sudoeste baiano.
Um grupo de 10 a 15 homens encapuzados e armados chegou à cidade por volta das 9h30. Assaltaram uma agência do Banco do Brasil, uma unidade dos Correios e lojas do município, entre as quais uma lotérica que abriga um posto da Caixa Econômica Federal.
Segundo uma escrivã da delegacia local, os ladrões fizeram vários disparos e causaram pânico na cidade. Vidros de lojas ficaram estilhaçados pelos disparos, mas ninguém se feriu, de acordo com a escrivã. Os ladrões ainda tomaram os dois únicos policiais militares de plantão na cidade e o gerente da loja dos Correios como reféns.
Os reféns foram liberados na zona rural do município, sem ferimentos. Ao menos um dos carros utilizados na ação foi incendiado na fuga.
Ainda na manhã desta segunda-feira (30), outra quadrilha empreendeu ação semelhante em outro ponto do Estado, em Boninal (512 km de Salvador), na região da Chapada Diamantina. Os ladrões assaltaram o Banco do Brasil da cidade e levaram reféns na fuga, que foram liberados posteriormente sem ferimentos. Foi o segundo assalto neste ano registrado na mesma agência.
A Bahia já soma 38 assaltos a banco somente em 2011, segundo o Sindicato dos Bancários da Estado. Somados casos de explosões a terminais eletrônicos e de “saidinhas bancárias”, os registros chegam a 55 neste ano. O sindicato aponta fragilidade no sistema de segurança das agências e escasso efetivo policial no interior do Estado como causas da onda de assaltos.
Diante do alto número de ocorrências, o governo baiano anunciou, no início de abril, promessa de investimento de R$ 20 milhões na criação de uma força-tarefa para tentar combater a ação de quadrilhas especializadas em roubos a banco, com participação de entidades bancárias, polícias Federal e Rodoviária Federal e Ministério Público.
Um grupo de 10 a 15 homens encapuzados e armados chegou à cidade por volta das 9h30. Assaltaram uma agência do Banco do Brasil, uma unidade dos Correios e lojas do município, entre as quais uma lotérica que abriga um posto da Caixa Econômica Federal.
Segundo uma escrivã da delegacia local, os ladrões fizeram vários disparos e causaram pânico na cidade. Vidros de lojas ficaram estilhaçados pelos disparos, mas ninguém se feriu, de acordo com a escrivã. Os ladrões ainda tomaram os dois únicos policiais militares de plantão na cidade e o gerente da loja dos Correios como reféns.
Os reféns foram liberados na zona rural do município, sem ferimentos. Ao menos um dos carros utilizados na ação foi incendiado na fuga.
Ainda na manhã desta segunda-feira (30), outra quadrilha empreendeu ação semelhante em outro ponto do Estado, em Boninal (512 km de Salvador), na região da Chapada Diamantina. Os ladrões assaltaram o Banco do Brasil da cidade e levaram reféns na fuga, que foram liberados posteriormente sem ferimentos. Foi o segundo assalto neste ano registrado na mesma agência.
A Bahia já soma 38 assaltos a banco somente em 2011, segundo o Sindicato dos Bancários da Estado. Somados casos de explosões a terminais eletrônicos e de “saidinhas bancárias”, os registros chegam a 55 neste ano. O sindicato aponta fragilidade no sistema de segurança das agências e escasso efetivo policial no interior do Estado como causas da onda de assaltos.
Diante do alto número de ocorrências, o governo baiano anunciou, no início de abril, promessa de investimento de R$ 20 milhões na criação de uma força-tarefa para tentar combater a ação de quadrilhas especializadas em roubos a banco, com participação de entidades bancárias, polícias Federal e Rodoviária Federal e Ministério Público.
Seis homens são presos após assalto a banco no Ipiranga
Os suspeitos foram localizados pela polícia em uma casa no Jardim Jandaia, contando o dinheiro roubado; um deles é o vigia do banco
Seis homens foram presos depois de um assalto a uma agência do Banco Popular na avenida Dom Pedro I, no Ipiranga, na tarde desta terça-feira (31), em Ribeirão Preto. Eles são suspeitos de praticar três roubos em 25 dias no mesmo local. Um dos detidos é o vigia da agência.
Após o roubo, a polícia recebeu uma denúncia anônima e encontrou os suspeitos, inclusive o vigia, em uma casa no Jardim Jandaia, com o dinheiro roubado e uma arma. Segundo a polícia, eles estavam contando o dinheiro quando foram localizados e presos.
Parte do dinheiro foi jogada no vaso sanitário e a polícia recuperou R$ 1 mil entre moedas e cédulas. A polícia não soube informar o valor levado por eles nesta vez. Nas duas ocasiões anteriores, foram roubados R$ 27.865.
Eles foram encaminhados à Cadeia Pública de Santa Rosa de Viterbo e vão responder por roubo (4 a 10 anos de prisão) e formação de quadrilha (1 a 3 anos).
Seis homens foram presos depois de um assalto a uma agência do Banco Popular na avenida Dom Pedro I, no Ipiranga, na tarde desta terça-feira (31), em Ribeirão Preto. Eles são suspeitos de praticar três roubos em 25 dias no mesmo local. Um dos detidos é o vigia da agência.
Após o roubo, a polícia recebeu uma denúncia anônima e encontrou os suspeitos, inclusive o vigia, em uma casa no Jardim Jandaia, com o dinheiro roubado e uma arma. Segundo a polícia, eles estavam contando o dinheiro quando foram localizados e presos.
Parte do dinheiro foi jogada no vaso sanitário e a polícia recuperou R$ 1 mil entre moedas e cédulas. A polícia não soube informar o valor levado por eles nesta vez. Nas duas ocasiões anteriores, foram roubados R$ 27.865.
Eles foram encaminhados à Cadeia Pública de Santa Rosa de Viterbo e vão responder por roubo (4 a 10 anos de prisão) e formação de quadrilha (1 a 3 anos).
sábado, 28 de maio de 2011
PRF prende policial e foragido e impede roubo a banco
Um policial militar e um homem condenado pela Justiça a 12 anos de prisão por roubo a banco foram presos após patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrarem equipamentos que seriam utilizados para arrombar caixas eletrônicos.
O flagrante foi feito em Ourinhos (90 km de Marília) na noite de anteontem (26). O carro em que os dois estavam, com placas de São Paulo, foi abordado na base da PRF, no quilômetro 338. Por causa do nervosismo da dupla, os policiais resolveram fazer uma busca no veículo.
No porta-malas, encontraram dois cilindros de gás, bicos de solda, pés de cabras entre outros objetos usados para corte de metal. O passageiro disse que era serralheiro, mas os policiais continuaram desconfiados.
Foi feita pesquisa nos antecedentes criminais dos dois e descoberto que o passageiro na verdade era procurado, com diversas passagens na polícia e que deveria cumprimento de pena.
Questionado, ele confessou que os objetos seriam utilizados para arrombar caixas-eletrônicos e policial era seu comparsa: sabia que ele era procurado e estava participando do plano.
Os dois foram encaminhados ao Plantão Policial da cidade. Foi feito um termo circunstanciado para averiguação do crime de prevaricação pelo policial (crime praticado por funcionário público contra a Administração Pública). O foragido foi encaminhado à cadeia de Palmital
O flagrante foi feito em Ourinhos (90 km de Marília) na noite de anteontem (26). O carro em que os dois estavam, com placas de São Paulo, foi abordado na base da PRF, no quilômetro 338. Por causa do nervosismo da dupla, os policiais resolveram fazer uma busca no veículo.
No porta-malas, encontraram dois cilindros de gás, bicos de solda, pés de cabras entre outros objetos usados para corte de metal. O passageiro disse que era serralheiro, mas os policiais continuaram desconfiados.
Foi feita pesquisa nos antecedentes criminais dos dois e descoberto que o passageiro na verdade era procurado, com diversas passagens na polícia e que deveria cumprimento de pena.
Questionado, ele confessou que os objetos seriam utilizados para arrombar caixas-eletrônicos e policial era seu comparsa: sabia que ele era procurado e estava participando do plano.
Os dois foram encaminhados ao Plantão Policial da cidade. Foi feito um termo circunstanciado para averiguação do crime de prevaricação pelo policial (crime praticado por funcionário público contra a Administração Pública). O foragido foi encaminhado à cadeia de Palmital
Policiais militares paulistas são presos realizando assalto a banco
Dois policiais militares de São Paulo foram presos em flagrante na madrugada deste sábado ao invadirem uma agência bancária localizada na avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, na região de Jabaquara, Zona Sul da capital paulista.
Os soldados Marcelo Gomes Hiar e Emerson Aparecido Teixeira, do 3º BPM, foram detidos por volta das 3h por agentes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil. Com a chegada da polícia no local, eles tentaram de esconder na copa da agência do Banco do Brasil.
Marcelo e Emerson portavam um pé-de-cabra, uma furadeira, broca e um artefato explosivo artesanal com tubos de PVC e possivelmente pólvora. Todo material foi apreendido.
Presença dos policiais foi percebida por um segurança do banco, que chamou a Polícia Civil. Os agentes militares foram atuados em flagrante e devem ser encaminhados para o presídio Romão Gomes
Os soldados Marcelo Gomes Hiar e Emerson Aparecido Teixeira, do 3º BPM, foram detidos por volta das 3h por agentes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil. Com a chegada da polícia no local, eles tentaram de esconder na copa da agência do Banco do Brasil.
Marcelo e Emerson portavam um pé-de-cabra, uma furadeira, broca e um artefato explosivo artesanal com tubos de PVC e possivelmente pólvora. Todo material foi apreendido.
Presença dos policiais foi percebida por um segurança do banco, que chamou a Polícia Civil. Os agentes militares foram atuados em flagrante e devem ser encaminhados para o presídio Romão Gomes
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Supeitos de assalto a bancos são presos na Bahia
Dois homens foram presos suspeitos de fazerem parte de uma quadrilha de assalto a bancos na região de Inhambupe, a 153 km de Salvador, na noite de quarta-feira (25), segundo informações da 4ª Companhia da Polícia Militar.
De acordo com a polícia, os homens de 33 e 38 anos são suspeitos de estarem planejando assaltos no município e região e ainda de estarem envolvidos no assalto de um banco na cidade de Sátiro Dias, também na Bahia.
A polícia informou que um dos presos já tinha passagem por tráfico de drogas, formação de quadrilha e assalto a banco e que o outro homem detido é foragido do Pernambuco. Eles foram levados para a Delegacia de Alagoinhas, a 110 Km da capital baiana.
De acordo com a polícia, a PM recebeu denúncias de que uma quadrilha teria alugado duas casas na cidade de Inhambupe desde o final de semana passado. Após novas denúncias, com informações precisas, a polícia solicitou à justiça um mandado de busca e apreensão em dois imóveis suspeitos.
Em um deles, a polícia encontrou um colete da Polícia Rodoviária-Federal e em outro, um material que seria usado nos assaltos, como uma pistola, uma máquina para serrar ferro, três brucutus, uma marreta, pacotes de elástico para dinheiro, pé de cabra, três aparelhos de celular, uma CPU e um galão de combustível. Além disso, foi apreendido um automóvel.
De acordo com a polícia, os homens de 33 e 38 anos são suspeitos de estarem planejando assaltos no município e região e ainda de estarem envolvidos no assalto de um banco na cidade de Sátiro Dias, também na Bahia.
A polícia informou que um dos presos já tinha passagem por tráfico de drogas, formação de quadrilha e assalto a banco e que o outro homem detido é foragido do Pernambuco. Eles foram levados para a Delegacia de Alagoinhas, a 110 Km da capital baiana.
De acordo com a polícia, a PM recebeu denúncias de que uma quadrilha teria alugado duas casas na cidade de Inhambupe desde o final de semana passado. Após novas denúncias, com informações precisas, a polícia solicitou à justiça um mandado de busca e apreensão em dois imóveis suspeitos.
Em um deles, a polícia encontrou um colete da Polícia Rodoviária-Federal e em outro, um material que seria usado nos assaltos, como uma pistola, uma máquina para serrar ferro, três brucutus, uma marreta, pacotes de elástico para dinheiro, pé de cabra, três aparelhos de celular, uma CPU e um galão de combustível. Além disso, foi apreendido um automóvel.
Bandidos atiram em vigilantes no interior de São Paulo
Nesta quarta-feira pela manhã, por volta das 10h, oito bandidos armados entraram pelos fundos do Frigorífico Marfrig, na cidade de Promissão, onde planejavam fazer um assalto. Os marginais usavam uniformes azuis, semelhantes aos utilizados pelos
funcionários da empresa. Segundo o sargento Luís Carlos de Moura,da Polícia Militar, o bando fez uso de um automóvel e de uma camionete na ação.
Ao serem contidos pelos vigilantes da Proseg, que prestam serviço à Marfrig, os bandidos passaram a atirar. Um dos seguranças foi atingido no peito (dois tiros), porém, não ficou ferido por estar usando colete à prova de balas. Outro vigia foi atingido numa das pernas, precisou ser internado no HGP - Hospital Geral de Promissão, e seu estado de saúde era regular no início da noite de ontem.
O objetivo da quadrilha era subtrair dinheiro de um caixa eletrônico localizado no pátio da fábrica. No entanto, após a troca de tiros os assaltantes optaram pela fuga.
Várias viaturas das polícias Militar e Civil cercaram o frigorífico, localizado na estrada de acesso Shuey Uetsuka, assim como diligenciaram por toda a região.
Um veículo GM Celta de cor preta foi detido para averiguação, seus ocupantes (1 homem e 3 mulheres) foram ouvidos na delegacia, e em seguida liberados.
funcionários da empresa. Segundo o sargento Luís Carlos de Moura,da Polícia Militar, o bando fez uso de um automóvel e de uma camionete na ação.
Ao serem contidos pelos vigilantes da Proseg, que prestam serviço à Marfrig, os bandidos passaram a atirar. Um dos seguranças foi atingido no peito (dois tiros), porém, não ficou ferido por estar usando colete à prova de balas. Outro vigia foi atingido numa das pernas, precisou ser internado no HGP - Hospital Geral de Promissão, e seu estado de saúde era regular no início da noite de ontem.
O objetivo da quadrilha era subtrair dinheiro de um caixa eletrônico localizado no pátio da fábrica. No entanto, após a troca de tiros os assaltantes optaram pela fuga.
Várias viaturas das polícias Militar e Civil cercaram o frigorífico, localizado na estrada de acesso Shuey Uetsuka, assim como diligenciaram por toda a região.
Um veículo GM Celta de cor preta foi detido para averiguação, seus ocupantes (1 homem e 3 mulheres) foram ouvidos na delegacia, e em seguida liberados.
Ex-bancária de Mirassol é indenizada por transporte irregular de dinheiro para o Bradesco
Em duas decisões da 1ª Turma do TRT/MT, o banco Bradesco foi condenado a pagar 150 mil reais por danos morais a bancários que transportaram dinheiro sem a devida segurança.
Na ação oriunda da Vara do Trabalho de Juína, o bancário comprovou que fazia o transporte de valores entre diversas cidades do norte do estado, de taxi ou com veículo próprio, se nenhuma proteção.
A juíza Dayna Lannes Rizental, em atuação naquela vara, mesmo reconhecendo a ilegalidade do transporte de valores pelo bancário, não entendeu caracterizado o dano concreto, assentando que "a mera alegação de danos psicológicos ao autor não são suficientes para acarretar a obrigação de indenizar".
O bancário recorreu da sentença alegando que não fora contratado para transportar valores, nem treinado para tal obrigação, tendo sido submetido a risco de vida, que lhe causou abalo psicológico.
O relator, desembargador Edson Bueno, entendeu que estavam presentes no caso os pressupostos necessários para caracterizar o dano passível de indenização, quais sejam, a conduta ilícita do réu e a ligação desta conduta com o dano. Asseverou não ser necessária a comprovação do dano, pois, nestes casos o dano é presumível.
Ao analisar o valor do dano, o relator se referiu à dificuldade de se atribuir valor da indenização, mas salientou que este valor não pode enriquecer quem recebe, nem ser irrisório para quem paga. Assim, com base em decisões anteriores da própria 1ª Turma, fixou em 150 mil reais o valor a ser pago ao trabalhador.
Mirassol DOeste
Em outra ação semelhante, que tramita na vara do Trabalho de Mirassol DOeste, a 1ª Turma analisou recurso do banco contra a sentença da juíza Leda Borges de Lima, que condenou-o a pagar 200 mil reais de indenização por danos morais.
A bancária demitida após 19 anos de atividade no banco, afirmou que transportava somas de até 60 mil reais, sem nenhuma segurança. O banco não negou o transporte de valores, mas disse eram valores pequenos, sem precisar o quanto.
Da condenação o banco recorreu dizendo que a bancária fazia o transporte por vontade própria, pois, nunca fora obrigada a tal e que por isso não suportara nenhum dano moral.
O relator deste recurso também foi o desembargador Edson Bueno. Em seu voto, baseado em farta doutrina, assentou que pelas provas dos autos não resta dúvida quanto a ocorrência do dano à bancária, fruto do ato ilícito do banco.
Porém, quando ao valor arbitrado pela juíza singular, entendeu que este estaria um pouco acima do que vem sendo atribuído em casos semelhantes.
Por isso, considerando a gravidade do ato danoso e a capacidade econômica do ofensor, entendeu 150 mil reais estaria dentro do critério de razoabilidade e assim considerou parcialmente procedente o recurso do banco.
Na duas ações a Turma, por maioria, acompanhou o voto do relator, sendo que em ambas o juiz convocado, Bruno Weiler, votou por atribuir o valor dos danos morais em apenas 30 mil reais.
Processos: 0052600-70.2009.5.23.0081 - 0085900-56.20105.23.0091)
Na ação oriunda da Vara do Trabalho de Juína, o bancário comprovou que fazia o transporte de valores entre diversas cidades do norte do estado, de taxi ou com veículo próprio, se nenhuma proteção.
A juíza Dayna Lannes Rizental, em atuação naquela vara, mesmo reconhecendo a ilegalidade do transporte de valores pelo bancário, não entendeu caracterizado o dano concreto, assentando que "a mera alegação de danos psicológicos ao autor não são suficientes para acarretar a obrigação de indenizar".
O bancário recorreu da sentença alegando que não fora contratado para transportar valores, nem treinado para tal obrigação, tendo sido submetido a risco de vida, que lhe causou abalo psicológico.
O relator, desembargador Edson Bueno, entendeu que estavam presentes no caso os pressupostos necessários para caracterizar o dano passível de indenização, quais sejam, a conduta ilícita do réu e a ligação desta conduta com o dano. Asseverou não ser necessária a comprovação do dano, pois, nestes casos o dano é presumível.
Ao analisar o valor do dano, o relator se referiu à dificuldade de se atribuir valor da indenização, mas salientou que este valor não pode enriquecer quem recebe, nem ser irrisório para quem paga. Assim, com base em decisões anteriores da própria 1ª Turma, fixou em 150 mil reais o valor a ser pago ao trabalhador.
Mirassol DOeste
Em outra ação semelhante, que tramita na vara do Trabalho de Mirassol DOeste, a 1ª Turma analisou recurso do banco contra a sentença da juíza Leda Borges de Lima, que condenou-o a pagar 200 mil reais de indenização por danos morais.
A bancária demitida após 19 anos de atividade no banco, afirmou que transportava somas de até 60 mil reais, sem nenhuma segurança. O banco não negou o transporte de valores, mas disse eram valores pequenos, sem precisar o quanto.
Da condenação o banco recorreu dizendo que a bancária fazia o transporte por vontade própria, pois, nunca fora obrigada a tal e que por isso não suportara nenhum dano moral.
O relator deste recurso também foi o desembargador Edson Bueno. Em seu voto, baseado em farta doutrina, assentou que pelas provas dos autos não resta dúvida quanto a ocorrência do dano à bancária, fruto do ato ilícito do banco.
Porém, quando ao valor arbitrado pela juíza singular, entendeu que este estaria um pouco acima do que vem sendo atribuído em casos semelhantes.
Por isso, considerando a gravidade do ato danoso e a capacidade econômica do ofensor, entendeu 150 mil reais estaria dentro do critério de razoabilidade e assim considerou parcialmente procedente o recurso do banco.
Na duas ações a Turma, por maioria, acompanhou o voto do relator, sendo que em ambas o juiz convocado, Bruno Weiler, votou por atribuir o valor dos danos morais em apenas 30 mil reais.
Processos: 0052600-70.2009.5.23.0081 - 0085900-56.20105.23.0091)
Sindicato dos vigilantes repudia proposta de regulamentação da profissão em MS
A vereadora Magalli Picarelli (PMDB) e o Deputado Estadual Maurício Picarelli (PMDB), propuseram na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa um projeto de lei que regulamenta a profissão de vigilante no âmbito municipal e estadual.
Nesta quarta-feira (25), representantes do Seesvig (Sindicato dos Empregados em Empresas de segurança e vigilância de transporte de valores de Campo Grande e Região) se manifestaram contrários ao projeto de lei apresentado, realizando uma Moção de Repúdio.
De acordo com o presidente do Seesvig, Celso Adriano Rocha, a profissão já é amparada pela Lei Federal 7.102/1983 e pela portaria da Polícia Federal 387/2006.
Ainda segundo Celso, a justificativa apresentada no projeto de lei denigre toda a classe dos vigilantes, pois insinua que os profissionais são despreparados e violentos. “Não podemos pegar um caso isolado como exemplo”, destaca Celso.
O projeto de lei ainda estabelece várias taxas a serem pagas pelos vigilantes. A moção de repúdio também foi assinada pela Confederação Nacional dos Vigilantes e pela Central Única dos Trabalhadores estadual e nacional.
Nesta quarta-feira (25), representantes do Seesvig (Sindicato dos Empregados em Empresas de segurança e vigilância de transporte de valores de Campo Grande e Região) se manifestaram contrários ao projeto de lei apresentado, realizando uma Moção de Repúdio.
De acordo com o presidente do Seesvig, Celso Adriano Rocha, a profissão já é amparada pela Lei Federal 7.102/1983 e pela portaria da Polícia Federal 387/2006.
Ainda segundo Celso, a justificativa apresentada no projeto de lei denigre toda a classe dos vigilantes, pois insinua que os profissionais são despreparados e violentos. “Não podemos pegar um caso isolado como exemplo”, destaca Celso.
O projeto de lei ainda estabelece várias taxas a serem pagas pelos vigilantes. A moção de repúdio também foi assinada pela Confederação Nacional dos Vigilantes e pela Central Única dos Trabalhadores estadual e nacional.
Vigilante troca tiros com ladrão
Um vigilante de uma empresa privada denunciou que foi alvo de uma tentativa de homicídio. Pelo menos 10 disparos de arma de fogo foram feitos na porta de acesso à Câmara Municipal de Cuiabá. A troca de tiros teria ocorrido por volta das 23h30 de quarta-feira (25), na rua Barão de Melgaço, e resultou na destruição de um dos lados da porta de vidro, que foi estilhaçado. A parte superior ainda apresentava a perfuração provocada por um dos disparos na manhã de ontem.
O vigilante Agnaldo Luiz de Amorim, 44, disse que estava de plantão no prédio público quando se aproximou do local um homem em uma moto preta. Ele vestia o colete da empresa de segurança para a qual Agnaldo trabalha e uma calça muito parecida com o uniforme. Ainda com o capacete, se aproximou da porta e agindo como se fosse o supervisor disse que precisava do livro de registros que estava com o vigilante. Amorim diz que pegou o livro e, quando foi entregá-lo, percebeu que o homem estava muito nervoso. Então, o outro que estava na moto percebeu a suspeita do vigilante e, segundo Amorim, teria sacado uma arma. Foi quando houve a troca de tiros.
Em seguida, o homem da moto saiu correndo, deixando a motocicleta CG-Titan, placas NJD-0138, para trás. De acordo com Amorim, havia um Uno branco parado em uma esquina próxima, possivelmente dando apoio ao criminoso. A Polícia Militar foi acionada e fez rondas, mas não localizou o suspeito.
O vigilante Agnaldo Luiz de Amorim, 44, disse que estava de plantão no prédio público quando se aproximou do local um homem em uma moto preta. Ele vestia o colete da empresa de segurança para a qual Agnaldo trabalha e uma calça muito parecida com o uniforme. Ainda com o capacete, se aproximou da porta e agindo como se fosse o supervisor disse que precisava do livro de registros que estava com o vigilante. Amorim diz que pegou o livro e, quando foi entregá-lo, percebeu que o homem estava muito nervoso. Então, o outro que estava na moto percebeu a suspeita do vigilante e, segundo Amorim, teria sacado uma arma. Foi quando houve a troca de tiros.
Em seguida, o homem da moto saiu correndo, deixando a motocicleta CG-Titan, placas NJD-0138, para trás. De acordo com Amorim, havia um Uno branco parado em uma esquina próxima, possivelmente dando apoio ao criminoso. A Polícia Militar foi acionada e fez rondas, mas não localizou o suspeito.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Polícia prende suspeitos de tramar roubo a banco
Um trabalho em conjunto entre a Polícia Militar e Polícia Civil, através do delegado Marcelo Renato Rodrigues, resultou na prisão de quatro homens acusados de tramar roubo de banco na cidade de Jateí.
Um douradense foi preso. J.T.B, de 31 anos, foi abordado pela polícia quando estava na Rua Weimar Gonçalves Torres, no centro de Jateí. Ele estava em companhia de C.S.P.B, de 25 anos, morador na Bahia.
Ambos estavam no interior de um veículo wolksvagem (G-4), branco, com placas de Brasília. Segundo a polícia, no momento da abordagem ambos informaram ser vendedores mas não comprovaram a afirmação, uma vez que não tinham documentos da suposta empresa no qual atuavam.
A polícia notou que pelo rádio transmissor (HT) no carro uma pessoa chamava por C.S.P.B.
Em determinado momento, um veículo Astra, com placas de Dourados e com duas pessoas dentro se aproximou. Ao notarem a presença da Polícia, empreenderam fuga, segundo o delegado.
A polícia abordou a dupla na linha do Barreirinho, estrada vicinal entre Jataí e Vicentina. J.A.V. de 24 anos e W.E.S, de 20 anos, ambos do estado de Mato Grosso, não deram justificativas da fuga.
A Polícia voltou para Jateí pelo mesmo caminho e notou que na estrada haviam refrigerantes, alimentos além de uma sacola com botijões de gás de 13 quilos, um maçarico chaves de fendas, luvas entre outros. A mercadoria supostamente seria da quadrilha. Levados para a Delegacia, eles foram autuados por formação de quadrilha e tentativa de furto. Dois deles tem passagens pela polícia por roubo a banco
Um douradense foi preso. J.T.B, de 31 anos, foi abordado pela polícia quando estava na Rua Weimar Gonçalves Torres, no centro de Jateí. Ele estava em companhia de C.S.P.B, de 25 anos, morador na Bahia.
Ambos estavam no interior de um veículo wolksvagem (G-4), branco, com placas de Brasília. Segundo a polícia, no momento da abordagem ambos informaram ser vendedores mas não comprovaram a afirmação, uma vez que não tinham documentos da suposta empresa no qual atuavam.
A polícia notou que pelo rádio transmissor (HT) no carro uma pessoa chamava por C.S.P.B.
Em determinado momento, um veículo Astra, com placas de Dourados e com duas pessoas dentro se aproximou. Ao notarem a presença da Polícia, empreenderam fuga, segundo o delegado.
A polícia abordou a dupla na linha do Barreirinho, estrada vicinal entre Jataí e Vicentina. J.A.V. de 24 anos e W.E.S, de 20 anos, ambos do estado de Mato Grosso, não deram justificativas da fuga.
A Polícia voltou para Jateí pelo mesmo caminho e notou que na estrada haviam refrigerantes, alimentos além de uma sacola com botijões de gás de 13 quilos, um maçarico chaves de fendas, luvas entre outros. A mercadoria supostamente seria da quadrilha. Levados para a Delegacia, eles foram autuados por formação de quadrilha e tentativa de furto. Dois deles tem passagens pela polícia por roubo a banco
terça-feira, 24 de maio de 2011
Presos suspeitos de roubo a bancos
Quatro suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo a bancos, que agia no Paraná e em São Paulo, foram presos por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). As investigações continuam, pois a polícia não descarta a possibilidade de outros integrantes do bando ainda estarem praticando crimes na cidade.
Depois de quatro meses de investigação, o Cope conseguiu prender Marcos de Souza dos Anjos, 33 anos, no Uberaba, apontado como o mais perigoso e líder do grupo.
Criselmo Rogério Serbelo, 34, Eloir Aschembrener, da mesma idade, conhecido com “Alemão”, e Márcio Fernando Soares Pereira, que também usava o nome de Márcio Fernando Bonfim Campos, 32, foram presos no Pinheirinho.
Com os detidos a polícia apreendeu uma pistola nove milímetros e um martelo, utilizado para quebrar as portas de vidro das agências bancárias. A polícia identificou Sandro Luiz Cardoso, suspeito de participar da quadrilha e que continua foragido.
Joalheria
Segundo o delegado Alexandre Macorin, a quadrilha foi identificada em pelo menos nove assaltos a bancos, e a última ação aconteceu em uma joalheria, no Jardim das Américas.
“A ação do grupo acontecia basicamente em Curitiba, pois todos moravam aqui, mas temos registro de que eles assaltaram um banco em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e também em Santa Helena, próximo a Foz do Iguaçu, onde um vigilante foi assassinado”, explicou o delegado.
No assalto contra uma agencia bancária, no São Braz, os marginais balearam um vigilante, mas ele sobreviveu. Todas as ações do grupo foram flagradas pelo sistema de segurança de cada banco invadido por eles. “Temos parceria muito boa com os bancos, mas é preciso admitir que o sistema de segurança das agência é frágil e vulnerável”, completou o delegado
Depois de quatro meses de investigação, o Cope conseguiu prender Marcos de Souza dos Anjos, 33 anos, no Uberaba, apontado como o mais perigoso e líder do grupo.
Criselmo Rogério Serbelo, 34, Eloir Aschembrener, da mesma idade, conhecido com “Alemão”, e Márcio Fernando Soares Pereira, que também usava o nome de Márcio Fernando Bonfim Campos, 32, foram presos no Pinheirinho.
Com os detidos a polícia apreendeu uma pistola nove milímetros e um martelo, utilizado para quebrar as portas de vidro das agências bancárias. A polícia identificou Sandro Luiz Cardoso, suspeito de participar da quadrilha e que continua foragido.
Joalheria
Segundo o delegado Alexandre Macorin, a quadrilha foi identificada em pelo menos nove assaltos a bancos, e a última ação aconteceu em uma joalheria, no Jardim das Américas.
“A ação do grupo acontecia basicamente em Curitiba, pois todos moravam aqui, mas temos registro de que eles assaltaram um banco em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e também em Santa Helena, próximo a Foz do Iguaçu, onde um vigilante foi assassinado”, explicou o delegado.
No assalto contra uma agencia bancária, no São Braz, os marginais balearam um vigilante, mas ele sobreviveu. Todas as ações do grupo foram flagradas pelo sistema de segurança de cada banco invadido por eles. “Temos parceria muito boa com os bancos, mas é preciso admitir que o sistema de segurança das agência é frágil e vulnerável”, completou o delegado
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Vigilantes acompanham de perto a Reforma Política
A convite do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), a Confederação Nacional dos Vigilantes vai acompanhar de perto as reuniões da Comissão Especial de Reforma Política na Câmara dos Deputados.
O presidente da Comissão, deputado Almeida Lima (PMDB-SE) encaminhou correspondência ao presidente da CNTV, José Boaventura, convidando a entidade a participar de reuniões, debates e audiências públicas.
A Comissão Especial de Reforma Política foi criada para fazer um amplio estudo e, em seguida, uma proposta de reforma no sistema político brasileiro.
Se você também quiser acompanhar a comissão, acesse os horários e pautas das reuniões e/ou das conferências regionais (que ocorrem nos estados) na página da comissão na internet
http:www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissões/comissões-temporarias/especiais/54ª-legislatura/reforma-politica
O presidente da Comissão, deputado Almeida Lima (PMDB-SE) encaminhou correspondência ao presidente da CNTV, José Boaventura, convidando a entidade a participar de reuniões, debates e audiências públicas.
A Comissão Especial de Reforma Política foi criada para fazer um amplio estudo e, em seguida, uma proposta de reforma no sistema político brasileiro.
Se você também quiser acompanhar a comissão, acesse os horários e pautas das reuniões e/ou das conferências regionais (que ocorrem nos estados) na página da comissão na internet
http:www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissões/comissões-temporarias/especiais/54ª-legislatura/reforma-politica
Quadrilha de assalto a banco é presa em Vitória da Conquista (BA)
Uma quadrilha suspeita de explodir o caixa eletrônico de uma agência bancária na cidade de Mirante foi desarticulada na tarde desta segunda-feira (16), em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. O grupo, formado por Jackson Ferreira de Oliveira, 18 anos, Fernando de Souza, o Nando, 21, Edna Marques de Assis, 43, Cláudio dos Santos, o Cau, 36, Hebe Jesus Amaral, 29, e Nilsileire Santos Teixeira, 26, estava escondido numa fazenda, na localidade de Pedra Branca, zona rural de Conquista.
Com os criminosos, os policiais encontraram quatro carros roubados: um Uno Mille, de cor vermelha; um Astra, na cor prata; um Fiesta, também prata; e um Montana, na cor vermelha. Além disso, foram apreendidos também uma pistola, uma espingarda, três coletes à prova de balas, cinco celulares e um som automotivo, avaliado em mais de R$ 5 mil. A operação foi realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da 1ª Vara Criminal da cidade.
Segundo o delegado Odilson Pereira, coordenador da 10ª Coorpin, a quadrilha vinha sendo investigada por diversos roubos na região. Além disso, a policia já vinha observando a movimentação em torno da fazenda onde os criminosos foram presos. Ela pertence a um deles: Cláudio dos Santos. Outro criminoso, Fernando de Souza, é foragido do Complexo Policial de Poções.
Eles foram autuados pelos crimes de roubo, receptação, posse ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha pela delegada Laíse Testa Campos Lemos, os seis bandidos estão custodiados à disposição da Justiça
Com os criminosos, os policiais encontraram quatro carros roubados: um Uno Mille, de cor vermelha; um Astra, na cor prata; um Fiesta, também prata; e um Montana, na cor vermelha. Além disso, foram apreendidos também uma pistola, uma espingarda, três coletes à prova de balas, cinco celulares e um som automotivo, avaliado em mais de R$ 5 mil. A operação foi realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da 1ª Vara Criminal da cidade.
Segundo o delegado Odilson Pereira, coordenador da 10ª Coorpin, a quadrilha vinha sendo investigada por diversos roubos na região. Além disso, a policia já vinha observando a movimentação em torno da fazenda onde os criminosos foram presos. Ela pertence a um deles: Cláudio dos Santos. Outro criminoso, Fernando de Souza, é foragido do Complexo Policial de Poções.
Eles foram autuados pelos crimes de roubo, receptação, posse ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha pela delegada Laíse Testa Campos Lemos, os seis bandidos estão custodiados à disposição da Justiça
Ladrões atacam três caixas eletrônicos na madrugada em Campinas
Três caixas eletrônicos foram atacados por assaltantes, em um espaço inferior a três horas, durante a madrugada de ontem, em duas cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas). Em um dos assaltos, bandidos explodiram dois terminais de bancos em um posto de gasolina, no quilômetro 144 da Rodovia Dom Pedro (SP-065), no bairro Chapadão, em Campinas, no sentido a Itatiba. A explosão aconteceu por volta das 5h de ontem.
No início da madrugada, ladrões invadiram o prédio da Siurb (Secretaria de Infraestrutura Urbana) de Hortolândia, para arrombar outro caixa.
Com estes casos, sobe para 25 o número de terminais explodidos por quadrilhas especializadas em assaltos do tipo, na RMC, apenas neste ano. O cálculo é da Polícia Civil e de bancos.
Segundo relato de testemunhas à Polícia Militar de Campinas, um grupo com 12 ladrões armados rendeu funcionários da empresa.
Um dos equipamentos ficava dentro de uma loja de conveniência do posto e foi o mais destruído pelos explosivos. Balcões, geladeiras e móveis da loja também foram danificados. O teto e paredes do prédio foram atingidos.
Outro caixa foi explodido no estacionamento do posto e ficou destruído. Um frentista que pediu para não ser identificado disse que a ação foi muito rápida e que os ladrões fizeram várias ameaças de morte aos funcionários.
Dos dois equipamentos, os ladrões levaram cerca de R$ 51 mil, segundo a apuração inicial da Polícia Civil.
Na fuga, os ladrões atiraram para o alto para intimidar os frentistas. A Polícia Militar foi avisada do assalto somente meia hora depois.
REFÉM
O caixa eletrônico instalado na Siurb também foi alvo de bandidos, na madrugada de ontem. Dois homens armados invadiram o local por volta das 2h35, segundo informações da polícia, anunciaram o roubo e renderam o vigia, que foi amarrado e mantido refém. O terminal fica na Avenida Olívio Franceschini, no bairro Parque Gabriel.
Uma testemunha passava pela rua no momento do assalto e também foi rendida por um dos ladrões. A vítima foi libertada pouco tempo depois e avisou um policial militar que passava pelo local. Quando chegaram ao estabelecimento, os policiais constataram que o caixa não foi arrombado e os bandidos fugiram sem levar nada. O vigia foi libertado pelos PMs, sem ferimentos.
No local foram apreendidos um maçarico, um cilindro de gás carbônico, um butijão de gás e um pé de cabra. Ninguém foi preso e não há suspeitos pelos assaltos.
No início da madrugada, ladrões invadiram o prédio da Siurb (Secretaria de Infraestrutura Urbana) de Hortolândia, para arrombar outro caixa.
Com estes casos, sobe para 25 o número de terminais explodidos por quadrilhas especializadas em assaltos do tipo, na RMC, apenas neste ano. O cálculo é da Polícia Civil e de bancos.
Segundo relato de testemunhas à Polícia Militar de Campinas, um grupo com 12 ladrões armados rendeu funcionários da empresa.
Um dos equipamentos ficava dentro de uma loja de conveniência do posto e foi o mais destruído pelos explosivos. Balcões, geladeiras e móveis da loja também foram danificados. O teto e paredes do prédio foram atingidos.
Outro caixa foi explodido no estacionamento do posto e ficou destruído. Um frentista que pediu para não ser identificado disse que a ação foi muito rápida e que os ladrões fizeram várias ameaças de morte aos funcionários.
Dos dois equipamentos, os ladrões levaram cerca de R$ 51 mil, segundo a apuração inicial da Polícia Civil.
Na fuga, os ladrões atiraram para o alto para intimidar os frentistas. A Polícia Militar foi avisada do assalto somente meia hora depois.
REFÉM
O caixa eletrônico instalado na Siurb também foi alvo de bandidos, na madrugada de ontem. Dois homens armados invadiram o local por volta das 2h35, segundo informações da polícia, anunciaram o roubo e renderam o vigia, que foi amarrado e mantido refém. O terminal fica na Avenida Olívio Franceschini, no bairro Parque Gabriel.
Uma testemunha passava pela rua no momento do assalto e também foi rendida por um dos ladrões. A vítima foi libertada pouco tempo depois e avisou um policial militar que passava pelo local. Quando chegaram ao estabelecimento, os policiais constataram que o caixa não foi arrombado e os bandidos fugiram sem levar nada. O vigia foi libertado pelos PMs, sem ferimentos.
No local foram apreendidos um maçarico, um cilindro de gás carbônico, um butijão de gás e um pé de cabra. Ninguém foi preso e não há suspeitos pelos assaltos.
Derf prende quatro por roubo de R$ 35 mil na saída de agência bancária
Quatro pessoas foram presas pelo roubo de R$ 35 mil na saída do banco Bradesco, na avenida Coronel Antonino, em Campo Grande. A vítima é funcionária da empresa Consórcio Nacional Shopping Norte Sul Plaza e o dinheiro seria para o pagamento de serviços de pintura aos funcionários da empreiteira.
A Derf (Delegacia Especializada de Repressão aos Roubos e Furtos) prendeu os ladrões duas horas e meia depois do roubo, registrado às 15h30 de ontem. As prisões foram em dois bairros: Cidade Morena e Arnaldo Estevão de Figueiredo.
Outros dois integrantes da quadrilha estão foragidos. A polícia recuperou R$ 8.100. De acordo com o delegado Fábio Peró, era a primeira vez que o grupo agia naquela agência.
“Eles agiam nas agências da região central e começaram a ser monitorados pela polícia no começo do ano”, afirma. Porém, desconfiados da investigação, eles trocaram o local de atuação. O grupo participou de pelo menos outros sete roubos, conhecidos como “saidinha de banco”.
O delegado explica que o grupo se dividia entre as "olheiras" – mulheres que entram no banco em busca de vítimas – e os executores – homens que faziam os roubos.
As "olheiras" chegavam à agência bancária por volta das 15h. Uma ou duas ficam do lado de fora para alertar sobre a presença policial. Dentro do banco, as outras procuravam vítimas. “Ficam enrolando dentro da agência. Sai da fila para ir ao balcão de atendimento. Fazendo hora”, explica o delegado.
No roubo de ontem, as mulheres viram quando a vítima saiu do banco com uma sacola de supermercado e ligaram para o comparsa. O homem foi roubado próximo à agência, quando já estava dentro do seu veículo.
O assaltante estava armado com revólver. “Nos roubos, eles levam mil reais R$ 6 mil, R$ 25 mil”, aponta Peró. A maior parte do dinheiro fica com os autores do roubo. A segunda maior parcela vai para a “olheira” que lidera a quadrilha, enquanto as demais mulheres recebem entre R$ 300 e R$ 500 por assalto.
Os presos vão responder por roubo qualificado e formação de quadrilha. A polícia procura pelos foragidos e não divulgou os nomes dos presos.
A Derf (Delegacia Especializada de Repressão aos Roubos e Furtos) prendeu os ladrões duas horas e meia depois do roubo, registrado às 15h30 de ontem. As prisões foram em dois bairros: Cidade Morena e Arnaldo Estevão de Figueiredo.
Outros dois integrantes da quadrilha estão foragidos. A polícia recuperou R$ 8.100. De acordo com o delegado Fábio Peró, era a primeira vez que o grupo agia naquela agência.
“Eles agiam nas agências da região central e começaram a ser monitorados pela polícia no começo do ano”, afirma. Porém, desconfiados da investigação, eles trocaram o local de atuação. O grupo participou de pelo menos outros sete roubos, conhecidos como “saidinha de banco”.
O delegado explica que o grupo se dividia entre as "olheiras" – mulheres que entram no banco em busca de vítimas – e os executores – homens que faziam os roubos.
As "olheiras" chegavam à agência bancária por volta das 15h. Uma ou duas ficam do lado de fora para alertar sobre a presença policial. Dentro do banco, as outras procuravam vítimas. “Ficam enrolando dentro da agência. Sai da fila para ir ao balcão de atendimento. Fazendo hora”, explica o delegado.
No roubo de ontem, as mulheres viram quando a vítima saiu do banco com uma sacola de supermercado e ligaram para o comparsa. O homem foi roubado próximo à agência, quando já estava dentro do seu veículo.
O assaltante estava armado com revólver. “Nos roubos, eles levam mil reais R$ 6 mil, R$ 25 mil”, aponta Peró. A maior parte do dinheiro fica com os autores do roubo. A segunda maior parcela vai para a “olheira” que lidera a quadrilha, enquanto as demais mulheres recebem entre R$ 300 e R$ 500 por assalto.
Os presos vão responder por roubo qualificado e formação de quadrilha. A polícia procura pelos foragidos e não divulgou os nomes dos presos.
Polícia prende quadrilha de SP que agia em agências bancárias com novo golpe
A Polícia prendeu, por volta das 19h30, na agência do banco Itaú da Av. Benjamin Constant, três ladrões de uma quadrilha proveniente de São Paulo que agia em agências bancárias, furtando cartões de crédito por meio de caixas eletrônicos manipulados.
Conforme explicou o delegado responsável pelo caso, Juliano Ferreira, da Delegacia de Roubos e Extorsões do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), trata-se de um novo golpe que está sendo aplicado em vários estados do país. Os golpistas agem danificando caixas eletrônicos de bancos, deixando somente um em funcionamento. Neste equipamento, ao inserirem seus cartões, os clientes não conseguem retirá-los.
Ao ligar para o serviço do banco, do próprio telefone da agência, a ligação é direcionada para alguém quadrilha, que faz com que o cliente acredite que seu problema só poderá ser resolvido quando a agência estiver aberta. O golpe é sempre aplicado nos finais de semana.
Só nesse sábado, os golpistas agiram em agências na rua Mostardeiro, Silva Jardim e na Av. Salgado Filho. No momento em que foram presos, no banco Itaú, os ladrões estavam realizando os saques com os cartões roubados.
Este é o terceiro final de semana que a quadrilha atua no Rio Grande do Sul. O prejuízo no Estado já chega a R$ 600 mil.
O delegado Juliano afirma que certamente existem, no mínimo, outros três integrantes nesta quadrilha.
Os presos — identificados como Felipe Santos Castilho, Valdir Tito e Roberto Borges de Carvalho Gonçalves — serão indiciados por furto qualificado e formação de quadrilha
Banco do Brasil é arrombado em Águas Mornas, na Grande Florianópolis
Durante a tentativa de assalto, alarme disparou e bandidos fugiram sem levar nada
Acabou frustrada a tentativa de assalto a uma agência do Banco do Brasil em Águas Mornas, Grande Florianópolis, na madrugada desta segunda-feira. O alarme disparou durante o arrombamento e os bandidos saíram sem levar nada.
Segundo a Polícia Militar, por volta das 2h, os assaltantes arrombaram a porta do banco e colocaram esparadrapos nas câmeras de vigilância. Neste momento, o alarme disparou, atrapalhando os planos dos bandidos.
Vizinhos da agência chamaram a PM ao ouvirem o alarme, mas quando os policiais chegaram só encontraram o lugar arrombado. Os assaltantes fugiram sem deixar pistas. Durante a madrugada, peritos vistoriaram o banco
Acabou frustrada a tentativa de assalto a uma agência do Banco do Brasil em Águas Mornas, Grande Florianópolis, na madrugada desta segunda-feira. O alarme disparou durante o arrombamento e os bandidos saíram sem levar nada.
Segundo a Polícia Militar, por volta das 2h, os assaltantes arrombaram a porta do banco e colocaram esparadrapos nas câmeras de vigilância. Neste momento, o alarme disparou, atrapalhando os planos dos bandidos.
Vizinhos da agência chamaram a PM ao ouvirem o alarme, mas quando os policiais chegaram só encontraram o lugar arrombado. Os assaltantes fugiram sem deixar pistas. Durante a madrugada, peritos vistoriaram o banco
terça-feira, 17 de maio de 2011
Quadrilha de assalto a banco é presa em Vitória da Conquista
Uma quadrilha suspeita de explodir o caixa eletrônico de uma agência bancária na cidade de Mirante foi desarticulada na tarde desta segunda-feira (16), em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. O grupo, formado por Jackson Ferreira de Oliveira, 18 anos, Fernando de Souza, o Nando, 21, Edna Marques de Assis, 43, Cláudio dos Santos, o Cau, 36, Hebe Jesus Amaral, 29, e Nilsileire Santos Teixeira, 26, estava escondido numa fazenda, na localidade de Pedra Branca, zona rural de Conquista.
Com os criminosos, os policiais encontraram quatro carros roubados: um Uno Mille, de cor vermelha; um Astra, na cor prata; um Fiesta, também prata; e um Montana, na cor vermelha. Além disso, foram apreendidos também uma pistola, uma espingarda, três coletes à prova de balas, cinco celulares e um som automotivo, avaliado em mais de R$ 5 mil. A operação foi realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da 1ª Vara Criminal da cidade.
Segundo o delegado Odilson Pereira, coordenador da 10ª Coorpin, a quadrilha vinha sendo investigada por diversos roubos na região. Além disso, a policia já vinha observando a movimentação em torno da fazenda onde os criminosos foram presos. Ela pertence a um deles: Cláudio dos Santos. Outro criminoso, Fernando de Souza, é foragido do Complexo Policial de Poções.
Eles foram autuados pelos crimes de roubo, receptação, posse ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha pela delegada Laíse Testa Campos Lemos, os seis bandidos estão custodiados à disposição da Justiça.
Com os criminosos, os policiais encontraram quatro carros roubados: um Uno Mille, de cor vermelha; um Astra, na cor prata; um Fiesta, também prata; e um Montana, na cor vermelha. Além disso, foram apreendidos também uma pistola, uma espingarda, três coletes à prova de balas, cinco celulares e um som automotivo, avaliado em mais de R$ 5 mil. A operação foi realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da 1ª Vara Criminal da cidade.
Segundo o delegado Odilson Pereira, coordenador da 10ª Coorpin, a quadrilha vinha sendo investigada por diversos roubos na região. Além disso, a policia já vinha observando a movimentação em torno da fazenda onde os criminosos foram presos. Ela pertence a um deles: Cláudio dos Santos. Outro criminoso, Fernando de Souza, é foragido do Complexo Policial de Poções.
Eles foram autuados pelos crimes de roubo, receptação, posse ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha pela delegada Laíse Testa Campos Lemos, os seis bandidos estão custodiados à disposição da Justiça.
domingo, 15 de maio de 2011
Cico prende 4 e recupera 800 mil do assalto de Luzilândia
Prisão aconteceu por volta das 3h30 deste domingo em São Bernardo (MA). Ao todo, 4 pessoas já foram presas.
Policiais da Cico (Comissão investigadora do Crime Organizado) prenderam neste domingo (15) quatros homens acusados de participar do assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia. Houve confronto e tiroteio e um dos assaltantes foi morto.
Um dos acusados logo após sua prisão
A Cico recuperou cerca de R$ 800 mil que foram roubados do banco numa das ações mais violentas que resultou na morte do gerente do banco no início do mês. Eles estavam escondidos em um acampamento a cerca de 15 km de Luzilândia.
Os assaltantes estavam com dois sacos de dinheiro e armamento de grosso calibre, como uma escopeta calibre 12, um revólver calibre 38, uma pistola 380 e dois fuzis: um russo HK e um 762.
O secretário de segurança, Robert Rios Magalhães, anunciou entrevista coletiva na sede do órgão às 9h de segunda-feira para apresentar os resultados da operação.
"Neguinho" é o único ainda foragido
Os presos estão sendo trazidos para Teresina. Entre eles estão Ânderson "Cabeção", sua esposa (Nenem) e um comparsa conhecido como Wagner, presos por volta de 3h30min da madrugada em solo maranhense; e Eduardo e Wagner Paulista, presos por volta de 12h após tiroteio que terminou com a morte do acusado Adriano. Resta ser capturado apenas um assaltante, conhecido como Neguinho.
Em meio a tiroteio, a Polícia do Piauí acaba de prender – às 13 horas – mais dois homens acusados de participar do assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia. Já somam três os presos no assalto que saiu morto o gerente do banco.
Foram presos Wagner Paulista e outro identificado como Eduardo. No confronto, um deles foi morto. Na ação da Polícia foi usado um helicóptero.
A Polícia Militar do Piauí prendeu por volta das 3h30 da manhã deste domingo (15) mais um acusado de assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia, no dia 3 de maio. O indivíduo identificado como Anderson, vulgo Cabeção ou Chapadinha, estava na zona rural da cidade, na casa do casal Valter e Neném que o deu cobertura durante a fuga.
“Nós estamos com nossos policiais tanto no Piauí quando do lado do Maranhão. Descobrimos que ele (Anderson) estava recebendo apoio do casal. Todos os três estão presos em Luzilândia sob custódia da Cico”, relata o coronel.
O militar revela que Anderson é o chefe da quadrilha. “Ele já havia sido preso em 2005, em Valença, por assalto ao banco quando se disfarçou com uma farda da PRF. Desta vez eles planejaram o assalto de tal forma que previram a quantidade de dias que passariam no mato, mas a nossa ação, que foi imediata, desarticulou o plano e fez com que o bando se separasse, dificultando a fuga deles”, pontua o comandante da PM.
Antes, a polícia já havia capturado outro assaltante do banco – Ricardo Duzzy, 27 anos – mais o casal que deu cobertura. Duas mortes foram também contabilizadas: o do gerente do BB da cidade, Humberto Rodrigues, e o outro assaltante, identificado como Magnus. A polícia ainda está em busca de mais três criminosos. A Cico já possui a identificação dos demais criminosos
Policiais da Cico (Comissão investigadora do Crime Organizado) prenderam neste domingo (15) quatros homens acusados de participar do assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia. Houve confronto e tiroteio e um dos assaltantes foi morto.
Um dos acusados logo após sua prisão
A Cico recuperou cerca de R$ 800 mil que foram roubados do banco numa das ações mais violentas que resultou na morte do gerente do banco no início do mês. Eles estavam escondidos em um acampamento a cerca de 15 km de Luzilândia.
Os assaltantes estavam com dois sacos de dinheiro e armamento de grosso calibre, como uma escopeta calibre 12, um revólver calibre 38, uma pistola 380 e dois fuzis: um russo HK e um 762.
O secretário de segurança, Robert Rios Magalhães, anunciou entrevista coletiva na sede do órgão às 9h de segunda-feira para apresentar os resultados da operação.
"Neguinho" é o único ainda foragido
Os presos estão sendo trazidos para Teresina. Entre eles estão Ânderson "Cabeção", sua esposa (Nenem) e um comparsa conhecido como Wagner, presos por volta de 3h30min da madrugada em solo maranhense; e Eduardo e Wagner Paulista, presos por volta de 12h após tiroteio que terminou com a morte do acusado Adriano. Resta ser capturado apenas um assaltante, conhecido como Neguinho.
Em meio a tiroteio, a Polícia do Piauí acaba de prender – às 13 horas – mais dois homens acusados de participar do assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia. Já somam três os presos no assalto que saiu morto o gerente do banco.
Foram presos Wagner Paulista e outro identificado como Eduardo. No confronto, um deles foi morto. Na ação da Polícia foi usado um helicóptero.
A Polícia Militar do Piauí prendeu por volta das 3h30 da manhã deste domingo (15) mais um acusado de assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia, no dia 3 de maio. O indivíduo identificado como Anderson, vulgo Cabeção ou Chapadinha, estava na zona rural da cidade, na casa do casal Valter e Neném que o deu cobertura durante a fuga.
“Nós estamos com nossos policiais tanto no Piauí quando do lado do Maranhão. Descobrimos que ele (Anderson) estava recebendo apoio do casal. Todos os três estão presos em Luzilândia sob custódia da Cico”, relata o coronel.
O militar revela que Anderson é o chefe da quadrilha. “Ele já havia sido preso em 2005, em Valença, por assalto ao banco quando se disfarçou com uma farda da PRF. Desta vez eles planejaram o assalto de tal forma que previram a quantidade de dias que passariam no mato, mas a nossa ação, que foi imediata, desarticulou o plano e fez com que o bando se separasse, dificultando a fuga deles”, pontua o comandante da PM.
Antes, a polícia já havia capturado outro assaltante do banco – Ricardo Duzzy, 27 anos – mais o casal que deu cobertura. Duas mortes foram também contabilizadas: o do gerente do BB da cidade, Humberto Rodrigues, e o outro assaltante, identificado como Magnus. A polícia ainda está em busca de mais três criminosos. A Cico já possui a identificação dos demais criminosos
sábado, 14 de maio de 2011
Após troca de tiros, PM atropela assaltantes em Três LagoasCampo Grande
- News Foto: Rádio Caçula
14 de Maio de 2011 -
Dois assaltantes foram atropelados por uma viatura da PM nesta sexta-feira após uma tentativa de assalto típica de um filme hollywoodiano, com perseguição e troca de tiros, na região central de Três Lagoas (na divisa com São Paulo).
Tudo começou quando os assaltantes renderam funcionaram de uma distribuidora de bebidas e levaram um malote na rua Duque de Caxias. Um policial que estava de folga percebeu a ação e deu ordem de parada aos criminosos.
Começou uma perseguição. Os assaltantes fugiram de moto Honda Titan e o cabo da Polícia Militar Valter Caldeira de Souza seguiu com o próprio carro, um Pálio.
De acordo com o site Perfil News, os ladrões começaram a atirar contra o policial. Foram oito tiros efetuados pelos assaltantes e três pelo cabo da PM.
O policial resolveu então jogar o carro contra os motociclistas, que foram socorridos pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados ao Hospital Auxiliadora, em estado grave.
Os assaltantes foram identificados como Célio Aparecido Alves Freitas, de 43 anos, e Juliano César Lima, o “Macarrão”, de 29 anos.
De acordo com o site Rádio Caçula, os dois assaltantes possuem inúmeras passagens pela polícia e são suspeitos de outros assaltos
14 de Maio de 2011 -
Dois assaltantes foram atropelados por uma viatura da PM nesta sexta-feira após uma tentativa de assalto típica de um filme hollywoodiano, com perseguição e troca de tiros, na região central de Três Lagoas (na divisa com São Paulo).
Tudo começou quando os assaltantes renderam funcionaram de uma distribuidora de bebidas e levaram um malote na rua Duque de Caxias. Um policial que estava de folga percebeu a ação e deu ordem de parada aos criminosos.
Começou uma perseguição. Os assaltantes fugiram de moto Honda Titan e o cabo da Polícia Militar Valter Caldeira de Souza seguiu com o próprio carro, um Pálio.
De acordo com o site Perfil News, os ladrões começaram a atirar contra o policial. Foram oito tiros efetuados pelos assaltantes e três pelo cabo da PM.
O policial resolveu então jogar o carro contra os motociclistas, que foram socorridos pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados ao Hospital Auxiliadora, em estado grave.
Os assaltantes foram identificados como Célio Aparecido Alves Freitas, de 43 anos, e Juliano César Lima, o “Macarrão”, de 29 anos.
De acordo com o site Rádio Caçula, os dois assaltantes possuem inúmeras passagens pela polícia e são suspeitos de outros assaltos
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Quadrilha assalta Bradesco de Vila Nova dos Martírios
Cerca de oito homens, fortemente armados, assaltaram o banco Bradesco, no município de Vila Nova dos Martírios. O assalto aconteceu ontem, por volta das 10h, quando a quadrilha chegou atirando para todos os lados no interior da agência. Apesar da violência, nenhum morador ficou ferido pelos tiros.
De acordo com escrivão da delegacia do município, que preferiu não ser identificado, os bandidos agrediram o vigilante, roubaram o dinheiro e fugiram em três veículos (L-200, Hilux e outro de marca não revelada), levando cerca de quatorze reféns. Ele disse que, no momento do crime, somente dois policiais estavam na Delegacia de Vila Nova dos Martírios; os outros ainda estavam no quartel.
As cenas de terror, tiroteio, aterrorizaram os moradores do pequeno município. O funcionário da delegacia disse que dentre os reféns estava João Pinto, pai do prefeito Wellington Pinto; o gerente administrativo do Bradesco, identificado como Carlos; o vigilante que foi espancado, e um comerciante, de nome Daniel, que foi surpreendido pela quadrilha quando depositava a quantia de R$ 5 mil.
Os reféns foram liberados aos poucos, após o assalto. O pai do prefeito e o gerente do banco foram os últimos a serem soltos; eles foram abandonados às 13h, em uma fazenda, no município de Rondon, no Pará. A quadrilha deixou para trás os três veículos, em Rondon, e fugiu pelo matagal.
Na tarde de ontem, deslocaram-se para o município a Polícia Federal, homens da Superintendência Estadual de Investigação Criminal (Seic), policiais da 5ª Companhia da Polícia Militar, e o Grupo Tático Aéreo (GTA), que sobrevoou o matagal, onde os bandidos se esconderam.
De acordo com as primeiras informações, os assaltantes levaram apenas a quantia de R$ 80 mil, pois agiram antes do carro forte abastecer a agência. Segundo o escrivão, os bandidos teriam comentado com os reféns que o assalto deu errado, pois invadiram a agência antes de ela ter sido abastecida com dinheiro. E que, caso o roubo desse certo, cada refém receberia a quantia de R$ 5 mil. A polícia está à procura dos assaltantes
De acordo com escrivão da delegacia do município, que preferiu não ser identificado, os bandidos agrediram o vigilante, roubaram o dinheiro e fugiram em três veículos (L-200, Hilux e outro de marca não revelada), levando cerca de quatorze reféns. Ele disse que, no momento do crime, somente dois policiais estavam na Delegacia de Vila Nova dos Martírios; os outros ainda estavam no quartel.
As cenas de terror, tiroteio, aterrorizaram os moradores do pequeno município. O funcionário da delegacia disse que dentre os reféns estava João Pinto, pai do prefeito Wellington Pinto; o gerente administrativo do Bradesco, identificado como Carlos; o vigilante que foi espancado, e um comerciante, de nome Daniel, que foi surpreendido pela quadrilha quando depositava a quantia de R$ 5 mil.
Os reféns foram liberados aos poucos, após o assalto. O pai do prefeito e o gerente do banco foram os últimos a serem soltos; eles foram abandonados às 13h, em uma fazenda, no município de Rondon, no Pará. A quadrilha deixou para trás os três veículos, em Rondon, e fugiu pelo matagal.
Na tarde de ontem, deslocaram-se para o município a Polícia Federal, homens da Superintendência Estadual de Investigação Criminal (Seic), policiais da 5ª Companhia da Polícia Militar, e o Grupo Tático Aéreo (GTA), que sobrevoou o matagal, onde os bandidos se esconderam.
De acordo com as primeiras informações, os assaltantes levaram apenas a quantia de R$ 80 mil, pois agiram antes do carro forte abastecer a agência. Segundo o escrivão, os bandidos teriam comentado com os reféns que o assalto deu errado, pois invadiram a agência antes de ela ter sido abastecida com dinheiro. E que, caso o roubo desse certo, cada refém receberia a quantia de R$ 5 mil. A polícia está à procura dos assaltantes
Câmeras podem ajudar a localizar quadrilhas de roubo a banco que mataram dois jovens em São Paulo
SÃO PAULO -Câmeras de segurança podem ajudar a polícia a localizar quadrilhas de roubo a bancos e clientes que causaram duas mortes em São Paulo nesta terça-feira. No Guarujá, câmeras gravaram as imagens do momento em que um adolescente de 14 anos foi atingido por um tiro no abdômen. O garoto passava na Avenida Adhemar de Barros, uma das principais do Guarujá, no momento em que bandidos acabavam de assaltar uma agência bancária, por volta de 17h. Os policiais chegaram e começou um tiroteio. As câmeras mostram pessoas se escondendo atrás de carros, mas o adolescente não conseguiu escapar e morreu.
O carro utilizado pelos assaltantes foi abandonado próximo à favela Padre Donizete e um suspeito foi preso. A polícia do Guarujá quer ajuda de policiais da capital paulista, pois acredita que os assaltantes são de São Paulo, não do litoral.
Imagens de câmeras podem ajudar também a identificar os criminosos que mataram um jovem de 21 anos num crime conhecido como "saidinha de banco" no Sacomã, na Zona Sul de São Paulo.
Christopher Cirilo Assis havia acabado de sacar R$ 2.500 em uma agência bancária na Avenida Nossa Senhora das Mercês, a poucos metros da casa dele. Quando retornava, foi abordado por dois homens em uma moto, que anunciaram o assalto. A polícia acredita que o jovem reagiu. Ele foi baleado no tórax e morreu a caminho do hospital.
Christopher sacou o dinheiro para pagar a dívida com a compra de uma moto. Ele resolveu quitar porque tinha dois projetos para este ano, ficar noivo e cursar mecatrônica. Por isso, não queria continuar pagando prestações.
A violência em ataques a bancos também prossegue no estado. Agora, não são apenas caixas eletrônicos instalados em pontos comerciais. O alvo são os caixas instalados nos próprios bancos.
Nesta madrugada, criminosos explodiram cerca de seis caixas de uma agência do Banco do Brasil na Avenida Francisco Morato, no Morumbi. Os bandidos usavam máscaras e fugiram em quatro carros. Notas ficaram espalhadas pelo chão. A polícia chegou no momento em que eles iniciavam a fuga, mas ninguém foi preso.
Em Sorocaba, também nesta madrugada, bandidos explodiram o caixa de um banco. Pelo menos seis portas de vidro da agência ficaram estilhaçadas. Uma testemunha ouviu a explosão e se aproximou. Dois homens fugiram em uma moto.
Na terça-feira, um caixa eletrônico foi arrombado com maçarico no campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu. Os vigias disseram que não perceberam. O sistema de alarme estava desativado.
No Maranhão, vereador é preso por assalto a banco e homicídio
O vice-presidente da Câmara de Vereadores de Tuntum , Orleans Moreira Cruz (PMDB), 62, foi preso na manhã nesta terça pela Polícia Civil do Maranhão acusado de fraudes na previdência, homicídios, assalto a bancos e pistolagem. Além disso, ele é suspeito de envolvimento em um atentado contra um juiz do município. Tuntum está localizada na região central do Maranhão, distante 305 km da capital São Luís.
A prisão do vereador foi fruto de uma operação de combate ao crime organizado na região realizada pela Polícia Civil do Estado. Ao todo, a Justiça expediu dez mandados de prisão e quatro deles já foram cumpridos. Além de Cruz, outras três pessoas também foram presas. Um deles é filho do vice-presidente da Câmara de Vereadores. Seu nome não foi revelado pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. A Polícia Civil ainda está na cidade tentando cumprir os outros mandados de prisão.
Investigação
A Polícia Federal investiga Orleans Cruz há aproximadamente cinco anos por envolvimento em fraudes na previdência. Já a Polícia Civil do Maranhão aponta o vereador como líder de uma quadrilha de assaltos a bancos e de cargas na região e como o principal mandante de um homicídio contra dois lavradores ocorrido em 2006. Pelas informações da polícia, Orleans Cruz ordenou a morte dos lavradores como forma de retaliação após eles se negarem a vender suas terras, vizinhas a uma propriedade do peemedebista. “O vereador passeia por todo o Código Penal”, declarou em entrevista o secretário de Segurança do Maranhão, Aluísio Mendes.
Outra acusação contra Orleans Cruz é a de ele ter comandando um atentado ao juiz Pedro Holanda Pascoal, titular da Comarca de Tuntum. A casa do juiz foi alvejada com vários tiros por volta de 1h do dia 8 de abril. Na ocasião, o juiz não estava no município. Pelas informações da Polícia Civil do Maranhão, os tiros foram disparados por um vendedor ambulante a mando do vice-presidente da Câmara. A reportagem do iG não conseguiu localizar os advogados do peemedebista. Orleans Cruz será enviadopara o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
Ainda pelas informações da Secretaria de Segurança do Maranhão, outros políticos estão sendo investigados por ter algum tipo de ligação com o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Tuntum.
Essa é a segunda prisão de um político no Maranhão em menos de dois meses. Em março, o vereador Valdimar dos Santos Carvalho (DEM), da cidade de Santa Quitéria, distante 223 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, também foi preso acusado de integrar uma quadrilha de assalto a banco. O DEM do Maranhão abriu processo de expulsão de Carvalho da legenda.
A prisão do vereador foi fruto de uma operação de combate ao crime organizado na região realizada pela Polícia Civil do Estado. Ao todo, a Justiça expediu dez mandados de prisão e quatro deles já foram cumpridos. Além de Cruz, outras três pessoas também foram presas. Um deles é filho do vice-presidente da Câmara de Vereadores. Seu nome não foi revelado pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. A Polícia Civil ainda está na cidade tentando cumprir os outros mandados de prisão.
Investigação
A Polícia Federal investiga Orleans Cruz há aproximadamente cinco anos por envolvimento em fraudes na previdência. Já a Polícia Civil do Maranhão aponta o vereador como líder de uma quadrilha de assaltos a bancos e de cargas na região e como o principal mandante de um homicídio contra dois lavradores ocorrido em 2006. Pelas informações da polícia, Orleans Cruz ordenou a morte dos lavradores como forma de retaliação após eles se negarem a vender suas terras, vizinhas a uma propriedade do peemedebista. “O vereador passeia por todo o Código Penal”, declarou em entrevista o secretário de Segurança do Maranhão, Aluísio Mendes.
Outra acusação contra Orleans Cruz é a de ele ter comandando um atentado ao juiz Pedro Holanda Pascoal, titular da Comarca de Tuntum. A casa do juiz foi alvejada com vários tiros por volta de 1h do dia 8 de abril. Na ocasião, o juiz não estava no município. Pelas informações da Polícia Civil do Maranhão, os tiros foram disparados por um vendedor ambulante a mando do vice-presidente da Câmara. A reportagem do iG não conseguiu localizar os advogados do peemedebista. Orleans Cruz será enviadopara o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
Ainda pelas informações da Secretaria de Segurança do Maranhão, outros políticos estão sendo investigados por ter algum tipo de ligação com o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Tuntum.
Essa é a segunda prisão de um político no Maranhão em menos de dois meses. Em março, o vereador Valdimar dos Santos Carvalho (DEM), da cidade de Santa Quitéria, distante 223 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, também foi preso acusado de integrar uma quadrilha de assalto a banco. O DEM do Maranhão abriu processo de expulsão de Carvalho da legenda.
Garoto é morto em tiroteio após assalto a banco no litoral de SP
Um adolescente de 15 anos morreu no fim da tarde de ontem (10) após ser ferido com um tiro no Guarujá, litoral de São Paulo. Segundo a polícia, ele foi ferido durante uma troca de tiros entre bandidos e PMs após um assalto a banco. O crime aconteceu por volta das 17h. Ainda de acordo com a polícia, um grupo invadiu uma agência bancária na avenida Ademar de Barros e realizou o assalto. A corporação foi acionada e se deslocou para o local, mas quando chegou o grupo já tinha fugido em um Pálio. A polícia então realizou buscas pela região e localizou os criminosos ainda nas proximidades. Nesse momento, o grupo teria atirado contra os carros da corporação iniciando tiroteio. O garoto ferido passava pelo local e foi atingido acidentalmente
terça-feira, 10 de maio de 2011
STF confirma acúmulo de aposentadoria e auxílio
10/05/2011
Gisele Lobato
do Agora
O STF (Supremo Tribunal Federal) negou novo recurso do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) contra o acúmulo do auxílio-acidente anterior a 1997 com a aposentadoria.
O Supremo disse que não julgará a questão. Com isso, prevalece a palavra do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que garante ao segurado o direito de receber os dois benefícios após se aposentar.
O INSS havia entrado com novo recurso, comparando o acúmulo a outras revisões que foram julgadas --e negadas-- pelo Supremo. O STF, porém, reforçou que o assunto não envolve a Constituição e, portanto, que não irá analisá-lo. O julgamento da Segunda Turma ocorreu no mês passado
Gisele Lobato
do Agora
O STF (Supremo Tribunal Federal) negou novo recurso do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) contra o acúmulo do auxílio-acidente anterior a 1997 com a aposentadoria.
O Supremo disse que não julgará a questão. Com isso, prevalece a palavra do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que garante ao segurado o direito de receber os dois benefícios após se aposentar.
O INSS havia entrado com novo recurso, comparando o acúmulo a outras revisões que foram julgadas --e negadas-- pelo Supremo. O STF, porém, reforçou que o assunto não envolve a Constituição e, portanto, que não irá analisá-lo. O julgamento da Segunda Turma ocorreu no mês passado
Vigilante faz saque em caixa eletrônico e recebe nota manchada
Cédula com tinta rosa foi entregue à polícia; substância é usada para identificar assaltos
Um vigilante de 25 anos se surpreendeu depois de fazer um saque em um caixa eletrônico no Centro de Campinas na tarde de sábado (7). Entre as notas que saíram do equipamento estava uma de R$ 50 manchada com tinta rosa, normalmente utilizada para identificar os casos em que as cédulas são retiradas da máquina em assaltos.
João Flávio Gonçalves, que é morador de Sumaré, registrou um boletim de ocorrência no 1º Distrito Policial da cidade. A nota foi apresentada ao delegado de plantão, Akira Fujiyama, juntamente com o extrato que comprovava o saque de R$ 1.120 mil.
A cédula manchada foi encaminhada para perícia. Abaixo foto de outra nota manchada e encontrada na região.
Um vigilante de 25 anos se surpreendeu depois de fazer um saque em um caixa eletrônico no Centro de Campinas na tarde de sábado (7). Entre as notas que saíram do equipamento estava uma de R$ 50 manchada com tinta rosa, normalmente utilizada para identificar os casos em que as cédulas são retiradas da máquina em assaltos.
João Flávio Gonçalves, que é morador de Sumaré, registrou um boletim de ocorrência no 1º Distrito Policial da cidade. A nota foi apresentada ao delegado de plantão, Akira Fujiyama, juntamente com o extrato que comprovava o saque de R$ 1.120 mil.
A cédula manchada foi encaminhada para perícia. Abaixo foto de outra nota manchada e encontrada na região.
Explosão de caixas eletrônicos feito por quadrilhas traz prejuízos de R$ 60 milhões
Um prejuízo de R$ 60 milhões por ano. Esse é o valor que os bancos perdem com os furtos à caixas automáticos, diz a Federação Nacional do setor.
Os bandidos agora usam explosivos para abrir os equipamentos e agem de madrugada. Eles escolhem lugares com pouco movimento e nem os dispositivos de segurança que queimam o dinheiro ou soltam tinta e estragam as cédulas, inibe os bandidos. Em Itupeva os bandidos destruíram um caixa em um shopping, na rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva.
Para levar o dinheiro, as quadrilhas detonam as máquinas com explosivos e fogem deixando um rastro de destruição. O último ataque foi ao caixa de um shopping na rodovia dos Bandeirantes em Itupeva. Os ladrões levaram todo o dinheiro e este foi o segundo assalto na rodovia em menos de uma semana. Em um posto de combustíveis 10 homens armados e encapuzados renderam o vigia e dois frentistas. Eles colocaram bombas em três caixas automáticos e com a explosão, os Vidros e parte do forro do restaurante foram quebrados.
De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos, existem atualmente 46.500 caixas automáticos espalhados pelo país, fora das agências bancárias. Eles estão instalados em supermercados, restaurantes, postos de combustíveis e locais de grande movimentação, mas nem sempre com segurança por perto.
A Febraban diz que por ano os bancos têm um prejuízo de R$ 60 milhões com furtos e roubos. Na tentativa de amenizar as perdas, as empresas tentam se antecipar ao bandidos e instalam dispositivos de segurança. Nos caixas da rede 24horas, por exemplo, todos os 12 mil terminais possuem o mecanismo para queimar ou tingir as notas dentro das máquinas em caso de explosão.
A polícia investiga se existe ligação entre os casos. Mas para o responsável pela Delegacia de Investigações Gerais de Jundiaí, a segurança, nestes casos, não cabe somente ao poder público e também aos bancos, que tem importante parcela de responsabilidade. "Temos que considerar o local onde as máquinas são instaladas, sem câmera de segurança, facilita a ação e acaba encorajando a ação do bandidos", explica o delegado Antonio Dota Jr.
Os bandidos agora usam explosivos para abrir os equipamentos e agem de madrugada. Eles escolhem lugares com pouco movimento e nem os dispositivos de segurança que queimam o dinheiro ou soltam tinta e estragam as cédulas, inibe os bandidos. Em Itupeva os bandidos destruíram um caixa em um shopping, na rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva.
Para levar o dinheiro, as quadrilhas detonam as máquinas com explosivos e fogem deixando um rastro de destruição. O último ataque foi ao caixa de um shopping na rodovia dos Bandeirantes em Itupeva. Os ladrões levaram todo o dinheiro e este foi o segundo assalto na rodovia em menos de uma semana. Em um posto de combustíveis 10 homens armados e encapuzados renderam o vigia e dois frentistas. Eles colocaram bombas em três caixas automáticos e com a explosão, os Vidros e parte do forro do restaurante foram quebrados.
De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos, existem atualmente 46.500 caixas automáticos espalhados pelo país, fora das agências bancárias. Eles estão instalados em supermercados, restaurantes, postos de combustíveis e locais de grande movimentação, mas nem sempre com segurança por perto.
A Febraban diz que por ano os bancos têm um prejuízo de R$ 60 milhões com furtos e roubos. Na tentativa de amenizar as perdas, as empresas tentam se antecipar ao bandidos e instalam dispositivos de segurança. Nos caixas da rede 24horas, por exemplo, todos os 12 mil terminais possuem o mecanismo para queimar ou tingir as notas dentro das máquinas em caso de explosão.
A polícia investiga se existe ligação entre os casos. Mas para o responsável pela Delegacia de Investigações Gerais de Jundiaí, a segurança, nestes casos, não cabe somente ao poder público e também aos bancos, que tem importante parcela de responsabilidade. "Temos que considerar o local onde as máquinas são instaladas, sem câmera de segurança, facilita a ação e acaba encorajando a ação do bandidos", explica o delegado Antonio Dota Jr.
Dois assaltantes de banco morrem em confronto com a polícia
Dois criminosos que participaram ontem pela manhã do assalto ao Bradesco de Vila Nova dos Martírios (a 685 km de São Luís, sudoeste do Maranhão) morreram na madrugada desta terça-feira (10) durante um confronto com a polícia no povoado Trinta, perto da divisa de Vila Nova com o estado do Pará. O delegado titular da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), Marcos Affonso Júnior, confirmou a informação às 9h de hoje ao Jornal Pequeno e informou que os corpos dos assaltantes serão levados ao Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz para identificação.
Ainda de acordo com o delegado Marcos Affonso, ao menos três integrantes do bando que assaltou o Bradesco de Vila Nova dos Martírios ainda estão escondidos na mata, no povoado Trinta. Entre oito e 15 bandidos participaram do assalto.
O delegado afirmou que a dupla de assaltantes mortos estava armada com espingardas calibre 12 e vestiam coletes à prova de balas. Eles teriam sido surpreendidos por uma patrulha da Polícia Militar (5ª Companhia, de Açailândia) quando resolveram sair do mato e ir para a estrada.
Pelo menos 100 policiais (militares, civis e federais) cercam a região.
O assalto ao Bradesco de Vila Nova ocorreu por volta das 10h30 de ontem (9). Depois de invadirem a agência e se apossarem de uma quantia não revelada de dinheiro, os assaltantes fugiram em duas caminhonetes, levando vários reféns – entre eles, João Pinto (pai do prefeito Wellington de Sousa Pinto, do PR); o gerente do banco, de nome Carlos; um vigilante não identificado e um comerciante identificado como Daniel. Todos foram soltos durante a fuga
Ainda de acordo com o delegado Marcos Affonso, ao menos três integrantes do bando que assaltou o Bradesco de Vila Nova dos Martírios ainda estão escondidos na mata, no povoado Trinta. Entre oito e 15 bandidos participaram do assalto.
O delegado afirmou que a dupla de assaltantes mortos estava armada com espingardas calibre 12 e vestiam coletes à prova de balas. Eles teriam sido surpreendidos por uma patrulha da Polícia Militar (5ª Companhia, de Açailândia) quando resolveram sair do mato e ir para a estrada.
Pelo menos 100 policiais (militares, civis e federais) cercam a região.
O assalto ao Bradesco de Vila Nova ocorreu por volta das 10h30 de ontem (9). Depois de invadirem a agência e se apossarem de uma quantia não revelada de dinheiro, os assaltantes fugiram em duas caminhonetes, levando vários reféns – entre eles, João Pinto (pai do prefeito Wellington de Sousa Pinto, do PR); o gerente do banco, de nome Carlos; um vigilante não identificado e um comerciante identificado como Daniel. Todos foram soltos durante a fuga
Após assalto, Bradesco instalará porta giratória em agência
Agência do Bradesco, na avenida Independência, foi assaltada na sexta-feira, 6. Fazia oito anos que uma agência não era assaltada em horário de expediente
A diretoria do Banco Bradesco confirmou ontem que irá instalar porta giratória, que identifica o uso de objetos metálicos, na agência assaltada na última sexta-feira, 6, no Bairro Alto. A informação foi confirmada em ofício protocolado na Câmara, no qual a diretoria do banco garante que o equipamento estará instalado entre os dias 20 a 22 de maio. De acordo com vereador José Antonio Fernandes Paiva, presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região, definido o prazo para instalação, o banco já pode funcionar normalmente. Ele ressaltou, no entanto, que a cidade não sofria um assalto a banco em horário de expediente há oito anos.
Os sindicalistas cobram que a lei municipal 4.204 de 11 de dezembro de 1996 seja cumprida. A determinação obriga a instalação de uma porta giratória em cada uma das agências bancárias da cidade. “Em fevereiro, a Prefeitura de Piracicaba foi notificada de que o local operava sem obedecer a essa norma. Mesmo assim, o banco funcionava com um alvará emitido por ela. É uma negligência com a segurança dos clientes e funcionários”.
Outra regulamentação não cumprida pelo banco e outras agências de Piracicaba, segundo Paiva, é a do isolamento visual, lei municipal sancionada em dezembro de 2009. Com ela, os caixas devem ser ‘revestidos’ por um vidro especial, que tem como intuito evitar que roubos aconteçam após os saques. “Isso quer dizer que nenhuma das normas está sendo cumprida nas agências de Piracicaba”, acrescentou.
A agência assaltada deve receber multa de 10 UFIRs, unidade fiscal vigente no Estado de São Paulo. Caso seja reincidente, o banco é condenado a pagar o dobro do previsto. Mas, conforme Paiva, ele irá apresentar uma emenda esta semana para que, se isso acontecer, as agências tenham alvarás cassados. “É o que deve ser feito”, explicou.
ASSALTO – Quatro pessoas fortemente armadas, com pistolas automáticas e espingardas calibre 12, sendo que uma delas vestia uniforme da Polícia Civil, assaltaram a agência do Bradesco, na avenida Independência, na sexta-feira, 6, e levaram R$ 40 mil. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém se feriu. A falta de uma porta giratória facilitou a ação dos criminosos, segundo a PM. Após a ação dos bandidos e a chegada da polícia ao local, um presidiário que estava em liberdade provisória – concedida devido ao Dia das Mães – estava no local. “Vimos que ele estava com uma tornozeleira eletrônica e fomos averiguar. Pelo que nos consta, ele não teve nada a ver com o ocorrido, já que estava com sua namorada na agência antes da entrada dos bandidos e, em momento algum, teve contato com eles. Vimos pelo sistema de imagens do banco. Ele foi fichado e depois liberado”, disse o tenente Machado
A diretoria do Banco Bradesco confirmou ontem que irá instalar porta giratória, que identifica o uso de objetos metálicos, na agência assaltada na última sexta-feira, 6, no Bairro Alto. A informação foi confirmada em ofício protocolado na Câmara, no qual a diretoria do banco garante que o equipamento estará instalado entre os dias 20 a 22 de maio. De acordo com vereador José Antonio Fernandes Paiva, presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região, definido o prazo para instalação, o banco já pode funcionar normalmente. Ele ressaltou, no entanto, que a cidade não sofria um assalto a banco em horário de expediente há oito anos.
Os sindicalistas cobram que a lei municipal 4.204 de 11 de dezembro de 1996 seja cumprida. A determinação obriga a instalação de uma porta giratória em cada uma das agências bancárias da cidade. “Em fevereiro, a Prefeitura de Piracicaba foi notificada de que o local operava sem obedecer a essa norma. Mesmo assim, o banco funcionava com um alvará emitido por ela. É uma negligência com a segurança dos clientes e funcionários”.
Outra regulamentação não cumprida pelo banco e outras agências de Piracicaba, segundo Paiva, é a do isolamento visual, lei municipal sancionada em dezembro de 2009. Com ela, os caixas devem ser ‘revestidos’ por um vidro especial, que tem como intuito evitar que roubos aconteçam após os saques. “Isso quer dizer que nenhuma das normas está sendo cumprida nas agências de Piracicaba”, acrescentou.
A agência assaltada deve receber multa de 10 UFIRs, unidade fiscal vigente no Estado de São Paulo. Caso seja reincidente, o banco é condenado a pagar o dobro do previsto. Mas, conforme Paiva, ele irá apresentar uma emenda esta semana para que, se isso acontecer, as agências tenham alvarás cassados. “É o que deve ser feito”, explicou.
ASSALTO – Quatro pessoas fortemente armadas, com pistolas automáticas e espingardas calibre 12, sendo que uma delas vestia uniforme da Polícia Civil, assaltaram a agência do Bradesco, na avenida Independência, na sexta-feira, 6, e levaram R$ 40 mil. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém se feriu. A falta de uma porta giratória facilitou a ação dos criminosos, segundo a PM. Após a ação dos bandidos e a chegada da polícia ao local, um presidiário que estava em liberdade provisória – concedida devido ao Dia das Mães – estava no local. “Vimos que ele estava com uma tornozeleira eletrônica e fomos averiguar. Pelo que nos consta, ele não teve nada a ver com o ocorrido, já que estava com sua namorada na agência antes da entrada dos bandidos e, em momento algum, teve contato com eles. Vimos pelo sistema de imagens do banco. Ele foi fichado e depois liberado”, disse o tenente Machado
domingo, 8 de maio de 2011
Indenizações diferentes por transporte de valores causam polêmica
A fixação de valores diferentes pelas Turmas do TST para um mesmo dano - a exposição de bancários a riscos por transportar valores sem a devida habilitação para essa tarefa, típica de vigilantes - gerou discussão entre os ministros da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho.
Ao final do debate, a maioria seguiu o voto do relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, no sentido de negar provimento a recurso do Banco Bradesco S.A., que contestava condenação ao pagamento de R$ 60 mil a um trabalhador nessa situação.
Conflito de teses
O valor da indenização foi fixado pela Terceira Turma do TST, no julgamento de recurso de revista. Nos embargos apresentados à SDI-1, o Bradesco sustentou que o montante era desproporcional ao prejuízo causado pelo transporte de valores e apresentou, como divergência jurisprudencial, decisão da Segunda Turma do TST que, em caso similar, sendo ele mesmo o empregador, reduziu a indenização de R$ 100 mil, arbitrada na instância regional, para R$ 30 mil. A divergência jurisprudencial - decisões opostas ou diferentes sobre a mesma matéria - é um dos requisitos para que o recurso seja examinado.
Para o ministro Corrêa da Veiga, os embargos do Bradesco mereciam conhecimento, por se tratar de situação idêntica ao julgado pela Segunda Turma. O ministro João Batista Brito Pereira divergiu, e afirmou que não encontrou "elementos para aferir a especificidade" no julgado da Segunda Turma, apresentado pelo banco para exame de conflito de teses. Seguiram a divergência os ministros Lelio Bentes Corrêa, Milton de Moura França, Carlos Alberto Reis de Paula e Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, vice-presidente do TST, que presidia a sessão naquele momento. A maioria, porém, seguiu o voto do relator.
Mérito
Quanto ao mérito da questão, o ministro Corrêa da Veiga considerou que deveria ser mantido o valor de R$ 60 mil. A indenização, explicou, tem caráter pedagógico, e, na ausência de previsão legal, é calculada seguindo parâmetros definidos pela jurisprudência, como proporcionalidade, razoabilidade e vedação do enriquecimento ilícito. Além desses princípios, levando em conta a condição econômica do ofensor e a natureza da compensação ao ofendido, são agregados "os elementos do bom senso e da prudência, a serem considerados quando se coloca em risco a vida do empregado".
Com essa fundamentação, o relator concluiu que o valor arbitrado pela Terceira Turma não era fora de propósito, como afirmava o Bradesco. O montante, na sua avaliação, é "suficiente a determinar ao empregador que a Justiça do Trabalho repudia a prática e possibilita que o empregado, e aqueles que ainda são colocados em situação de risco, atuando em atividades perigosas para as quais não foram contratados, recebam a indenização justa".
O ministro Renato de Lacerda Paiva abriu divergência e propôs que a indenização fosse reduzida para R$ 30 mil. Seu voto foi seguido pelo ministro Milton de Moura França. A ministra Rosa Maria Weber, ao votar pela manutenção da condenação em R$ 60 mil, destacou a importância da segurança dos empregados e lembrou que o TST lançou campanha sobre o problema dos acidentes no trabalho. Por fim, a SDI-1, por maioria, acompanhou o voto do relator, que negou provimento aos embargos
Ao final do debate, a maioria seguiu o voto do relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, no sentido de negar provimento a recurso do Banco Bradesco S.A., que contestava condenação ao pagamento de R$ 60 mil a um trabalhador nessa situação.
Conflito de teses
O valor da indenização foi fixado pela Terceira Turma do TST, no julgamento de recurso de revista. Nos embargos apresentados à SDI-1, o Bradesco sustentou que o montante era desproporcional ao prejuízo causado pelo transporte de valores e apresentou, como divergência jurisprudencial, decisão da Segunda Turma do TST que, em caso similar, sendo ele mesmo o empregador, reduziu a indenização de R$ 100 mil, arbitrada na instância regional, para R$ 30 mil. A divergência jurisprudencial - decisões opostas ou diferentes sobre a mesma matéria - é um dos requisitos para que o recurso seja examinado.
Para o ministro Corrêa da Veiga, os embargos do Bradesco mereciam conhecimento, por se tratar de situação idêntica ao julgado pela Segunda Turma. O ministro João Batista Brito Pereira divergiu, e afirmou que não encontrou "elementos para aferir a especificidade" no julgado da Segunda Turma, apresentado pelo banco para exame de conflito de teses. Seguiram a divergência os ministros Lelio Bentes Corrêa, Milton de Moura França, Carlos Alberto Reis de Paula e Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, vice-presidente do TST, que presidia a sessão naquele momento. A maioria, porém, seguiu o voto do relator.
Mérito
Quanto ao mérito da questão, o ministro Corrêa da Veiga considerou que deveria ser mantido o valor de R$ 60 mil. A indenização, explicou, tem caráter pedagógico, e, na ausência de previsão legal, é calculada seguindo parâmetros definidos pela jurisprudência, como proporcionalidade, razoabilidade e vedação do enriquecimento ilícito. Além desses princípios, levando em conta a condição econômica do ofensor e a natureza da compensação ao ofendido, são agregados "os elementos do bom senso e da prudência, a serem considerados quando se coloca em risco a vida do empregado".
Com essa fundamentação, o relator concluiu que o valor arbitrado pela Terceira Turma não era fora de propósito, como afirmava o Bradesco. O montante, na sua avaliação, é "suficiente a determinar ao empregador que a Justiça do Trabalho repudia a prática e possibilita que o empregado, e aqueles que ainda são colocados em situação de risco, atuando em atividades perigosas para as quais não foram contratados, recebam a indenização justa".
O ministro Renato de Lacerda Paiva abriu divergência e propôs que a indenização fosse reduzida para R$ 30 mil. Seu voto foi seguido pelo ministro Milton de Moura França. A ministra Rosa Maria Weber, ao votar pela manutenção da condenação em R$ 60 mil, destacou a importância da segurança dos empregados e lembrou que o TST lançou campanha sobre o problema dos acidentes no trabalho. Por fim, a SDI-1, por maioria, acompanhou o voto do relator, que negou provimento aos embargos
Bando assalta e explode carro-forte. Estilhaços provocam ferimentos em vigilantes.
Um carro-forte que saiu da cidade de Redenção em direção ao município de Santana do Araguaia, no Estado do Pará, foi assaltado no início da tarde de ontem, quando trafegava pela rodovia BR-158. Faltavam apenas 40 quilômetros para o veículo chegar a Santana do Araguaia, onde o dinheiro seria entregue, quando seis homens armados com fuzis atiraram contra o carro-forte e renderam os vigilantes.
Depois, explodiram o cofre do veículo e fugiram levando o dinheiro que era transportado. As informações foram fornecidas pelo delegado Luiz Antônio, do município de Santa Maria das Barreiras, e que responde por Santana do Araguaia.
Segundo o delegado, o veículo foi abordado pelos assaltantes por volta das 14 horas de ontem. O bando armado atirou contra o veículo que fazia o transporte de valores no momento da abordagem.
Eles obrigaram os vigilantes a desembarcar do veículo, deixando suas armas dentro do carro. Em seguida, os bandidos usaram explosivos para arrombar o cofre e recolheram o dinheiro. Dois vigilantes ficaram feridos com os estilhaços da explosão.
Policiais militares e civis de Redenção foram acionados e estiveram no trecho da rodovia onde ocorreu o assalto. O veículo foi periciado, mas o delegado não soube informar a quantia exata que foi roubada pelo bando. As investigações vão prosseguir provavelmente com reforço de policias enviados da capital.
Depois, explodiram o cofre do veículo e fugiram levando o dinheiro que era transportado. As informações foram fornecidas pelo delegado Luiz Antônio, do município de Santa Maria das Barreiras, e que responde por Santana do Araguaia.
Segundo o delegado, o veículo foi abordado pelos assaltantes por volta das 14 horas de ontem. O bando armado atirou contra o veículo que fazia o transporte de valores no momento da abordagem.
Eles obrigaram os vigilantes a desembarcar do veículo, deixando suas armas dentro do carro. Em seguida, os bandidos usaram explosivos para arrombar o cofre e recolheram o dinheiro. Dois vigilantes ficaram feridos com os estilhaços da explosão.
Policiais militares e civis de Redenção foram acionados e estiveram no trecho da rodovia onde ocorreu o assalto. O veículo foi periciado, mas o delegado não soube informar a quantia exata que foi roubada pelo bando. As investigações vão prosseguir provavelmente com reforço de policias enviados da capital.
Leilão vai vender mansões ligadas ao roubo no BC de Fortaleza
Imóveis em Itu e em São Paulo serão leiloados por terem sido adquiridos com dinheiro roubado do BC
Dois imóveis de luxo, um localizado em Itu e outro em São Paulo, serão leiloados por terem sido adquiridos com o dinheiro roubado do Banco Central (BC) de Fortaleza em 2005. O lance inicial é de R$ 1,136 milhão para a propriedade em São Paulo e de R$ 508 mil para a casa de Itu. Os imóveis pertenciam a um mesmo dono, que teve participação no crime há seis anos.
A casa em São Paulo está localizada em Alphaville e tem cerca de 525 m². Já o imóvel de Itu tem cerca de 3 mil m². Ambos contam com piscina e estão em condomínio fechado.
O leilão, que será realizado via internet pela empresa Superbid Judicial, é mais um autorizado pela 11ª Vara Criminal de Fortaleza para tentar reaver parte dos 164 milhões que sumiram do Banco Central de Fortaleza. Já foram leiloados outros imóveis e bens materiais, como televisores e automóveis. Todo o dinheiro arrecadado será destinado ao Banco Central
Dois imóveis de luxo, um localizado em Itu e outro em São Paulo, serão leiloados por terem sido adquiridos com o dinheiro roubado do Banco Central (BC) de Fortaleza em 2005. O lance inicial é de R$ 1,136 milhão para a propriedade em São Paulo e de R$ 508 mil para a casa de Itu. Os imóveis pertenciam a um mesmo dono, que teve participação no crime há seis anos.
A casa em São Paulo está localizada em Alphaville e tem cerca de 525 m². Já o imóvel de Itu tem cerca de 3 mil m². Ambos contam com piscina e estão em condomínio fechado.
O leilão, que será realizado via internet pela empresa Superbid Judicial, é mais um autorizado pela 11ª Vara Criminal de Fortaleza para tentar reaver parte dos 164 milhões que sumiram do Banco Central de Fortaleza. Já foram leiloados outros imóveis e bens materiais, como televisores e automóveis. Todo o dinheiro arrecadado será destinado ao Banco Central
Polícia investiga assalto milionário em Porto Alegre
Quadrilha rendeu chefe de equipe de carros-fortes e roubou os malotes
Segundo informações, a quantia do roubo pode passar de R$ 1 milhão
..O Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) investiga o roubo milionário de malotes de um carro-forte, ocorrido na manhã desta sexta-feira (6), em Porto Alegre (RS). Segundo informações o valor do roubo pode passar de R$ 1 milhão.
De acordo com a polícia, o crime foi realizado em etapas. A ação começou ainda na noite da quinta-feira (5), quando o chefe da equipe de carros-fortes de uma empresa de valores foi rendido na estação da Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre) da cidade de Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. Ele e a mulher, além do filho de oito anos, foram mantidos reféns dentro da residência por seis criminosos encapuzados e armados com pistolas.
No começo da manhã desta sexta, as vítimas foram levadas para Porto Alegre e o chefe de equipe de carros-fortes foi até a empresa. Segundo o delegado Juliano Ferreira, a vítima conseguiu driblar os procedimentos de segurança regulares e saiu sozinho dirigindo o carro-forte carregado de dinheiro.
O veículo foi levado até a frente de um atacado, onde a quadrilha o aguardava em um carro com placa fria. Após a entrega do dinheiro, o funcionário retornou à empresa e contou o que havia ocorrido. Só então, a mulher e o filho dele foram libertados.
Segundo informações, a quantia do roubo pode passar de R$ 1 milhão
..O Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) investiga o roubo milionário de malotes de um carro-forte, ocorrido na manhã desta sexta-feira (6), em Porto Alegre (RS). Segundo informações o valor do roubo pode passar de R$ 1 milhão.
De acordo com a polícia, o crime foi realizado em etapas. A ação começou ainda na noite da quinta-feira (5), quando o chefe da equipe de carros-fortes de uma empresa de valores foi rendido na estação da Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre) da cidade de Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. Ele e a mulher, além do filho de oito anos, foram mantidos reféns dentro da residência por seis criminosos encapuzados e armados com pistolas.
No começo da manhã desta sexta, as vítimas foram levadas para Porto Alegre e o chefe de equipe de carros-fortes foi até a empresa. Segundo o delegado Juliano Ferreira, a vítima conseguiu driblar os procedimentos de segurança regulares e saiu sozinho dirigindo o carro-forte carregado de dinheiro.
O veículo foi levado até a frente de um atacado, onde a quadrilha o aguardava em um carro com placa fria. Após a entrega do dinheiro, o funcionário retornou à empresa e contou o que havia ocorrido. Só então, a mulher e o filho dele foram libertados.
Preso, assaltante ferido pede para ser morto. Buscas chegam ao 5º dia
Luzilândia: Um dos presos no assalto ao Banco do Brasil forneceu para a polícia informações sobre a quadrilha.
As buscas aos assaltantes do Banco do Brasil de Luzilândia, 234 quilômetros ao norte de Teresina, chegaram ao quinto dia com novas pistas sobre os acusados. Preso na última sexta-feira durante perseguição na mata, Ricardo Duzzy, 27 anos, forneceu informações sobre os outros integrantes da quadrilha, em sua maioria composta por maranhenses. Segundo seu depoimento, dois comparsas fugiram em um carro com os malotes e não estão mais na mata.
Informações obtidas dão conta de que foram levados R$ 3 milhões no assalto do último dia 3, que terminou com a morte de dois assaltantes e do gerente do banco. Um terceiro acusado, identificado como Paulista, sofreu um tiro no olho durante a perseguição e pediu para ser morto, mas os comparsas teriam se recusado a fazê-lo. No depoimento, Ricardo Duzzy disse ter visto Paulista pela última vez na quinta-feira, cambaleando na mata.
A quadrilha também é composta por Anderson, vulgo "Cabeção", de Teresina, e Evandro, de União. Os dois teriam fugido em uma L-200 com os malotes de dinheiro. Na mata, estão sob cerco "Tucano", de Largo da Pedra/MA, e Adriano, de Presidente Dutra/MA, mesma cidade de Ricardo Duzzy.
Todo o efetivo destacado desde o início da semana para as buscas continua na mata. O trabalho dos 70 policiais da tropa de elite do Piauí é vencer os bandidos pelo cansaço. Durante a fuga, eles abandonaram um veículo com mantimentos, com os quais deveriam se manter em acampamento no mato. Os policiais continuam o cerco na expectativa de que os assaltantes deixem a região para buscarem água e comida
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Carro-forte capota em Sergipe
Um carro-forte da Empresa Nordeste capotou na manhã desta terça-feira,logo após a entrada do conjunto Eduardo Gomes, município de São Cristóvão (ES), com cinco pessoas. Ninguém ficou ferido. Populares que passavam no local informaram que o motorista teria perdido o controle do veículo ao passar por um lamaçal causado pelas obras na Rodovia João Bebe Água, capotando no canteiro central.
Representantes da empresa estavam no local, mas não quiseram falar com a imprensa. A informação de populares é de que o carro-forte estaria indo de Aracaju para São Cristóvão. O Samu foi acionado mas não precisou prestar socorro às vítimas que não sofreram ferimentos graves.
Equipes da Companhia de Policiamento de Trânsito (CPRV) estavam no local aguardando a chegada do guincho para que pudessem interditar a via até que o carro-forte fosse desvirado e removido.
De acordo com a supervisora de Marketing do Grupo Nordeste em Recife (PE), Nathália Braga, todos as pessoas que estavam no carro-forte passam bem. “Entrei em contato com o pessoal da unidade e o apurado sobre o acidente foi que não houve feridos, estão todos bem, nenhum valor foi levado e houve apenas alguns danos materiais devido aos estragos no próprio carro, nada além disso”, destaca Nathália Braga
Bando fere dois guardas municipais e explode três caixas eletrônicos em Mogi Mirim, SP
Dois guardas municipais foram baleados quando tentavam conter a ação de oito bandidos armados que explodiram três caixas eletrônicos na madrugada desta quarta-feira em Mogi Mirim, a 149 km da capital paulista. A ação ocorreu por volta das 3h40m da madrugada.
A Polícia Militar foi chamada por denúncia anônima e pediu o reforço da Guarda Municipal de Mogi Mirim e de Mogi Guaçu. Os policiais chegaram ao local quando os bandidos ainda efetuavam o roubo e houve troca tiros. Houve perseguição, mas ninguém foi preso. Os bandidos conseguiram fugir pela Rodovia Adhemar de Barros, a Campinas-Mogi.
Os caixas eletrônicos ficam em frente a um supermercado. Segundo a PM, os oito bandidos estavam armados com fuzis. Ainda não se sabe se os criminosos conseguiram fugir com alguma quantia em dinheiro.
Esse é o 17º caso de explosão de caixa eletrônico na região e o primeiro na cidade. Outros três casos de tentativa foram registrados na região
A Polícia Militar foi chamada por denúncia anônima e pediu o reforço da Guarda Municipal de Mogi Mirim e de Mogi Guaçu. Os policiais chegaram ao local quando os bandidos ainda efetuavam o roubo e houve troca tiros. Houve perseguição, mas ninguém foi preso. Os bandidos conseguiram fugir pela Rodovia Adhemar de Barros, a Campinas-Mogi.
Os caixas eletrônicos ficam em frente a um supermercado. Segundo a PM, os oito bandidos estavam armados com fuzis. Ainda não se sabe se os criminosos conseguiram fugir com alguma quantia em dinheiro.
Esse é o 17º caso de explosão de caixa eletrônico na região e o primeiro na cidade. Outros três casos de tentativa foram registrados na região
Exigência de câmeras de vídeo no entorno de bancos e lotéricas de Caxias do Sul pode virar lei
As agências bancárias e lotéricas da cidade poderão ter, em breve, a exigência de câmeras de vídeo externas. O projeto de lei do vereador Alaor de Oliveira (PMDB) foi aprovado na última quinta-feira e deve ser encaminhado ao Executivo até o final de semana.
Se sancionado pelo prefeito José Ivo Sartori (PMDB), o projeto obrigará a instalação dos equipamentos em 24 casas lotéricas e pelo menos 65 agências bancárias da cidade. Os postos bancários também são atingidos pela iniciativa.
A intenção do autor da proposta é inibir os assaltos na saída dos estabelecimentos. Conforme Alaor, como a maioria das agências possui câmeras de segurança, vigilantes armados e portas giratórias no interior, os assaltantes mudaram sua área de atuação para a parte externa das instituições.
De acordo com o texto do projeto, as câmeras devem ser instaladas pelas próprias agências, no lado de fora do prédio, de forma que monitorem a entrada e saída de pessoas. As gravações, que deverão ser armazenadas por 30 dias, têm a finalidade de auxiliar a identificação em caso de assalto.
Para o presidente do Sindicato dos Empresários Lotéricos do Rio Grande do Sul, Paulo Michielon, a adequação à lei é simples. Como a Caixa Econômica Federal já exige o monitoramento dentro nas casas lotéricas, basta aproveitar o mesmo sistema.
Sartori foi procurado para falar sobre a possibilidade de sanção, mas a assessoria de imprensa da prefeitura encaminhou o assunto ao secretário de Governo, Pedro Incerti. Ele não manifestou tendência sobre a posição da administração, mas considerou a iniciativa benéfica
Se sancionado pelo prefeito José Ivo Sartori (PMDB), o projeto obrigará a instalação dos equipamentos em 24 casas lotéricas e pelo menos 65 agências bancárias da cidade. Os postos bancários também são atingidos pela iniciativa.
A intenção do autor da proposta é inibir os assaltos na saída dos estabelecimentos. Conforme Alaor, como a maioria das agências possui câmeras de segurança, vigilantes armados e portas giratórias no interior, os assaltantes mudaram sua área de atuação para a parte externa das instituições.
De acordo com o texto do projeto, as câmeras devem ser instaladas pelas próprias agências, no lado de fora do prédio, de forma que monitorem a entrada e saída de pessoas. As gravações, que deverão ser armazenadas por 30 dias, têm a finalidade de auxiliar a identificação em caso de assalto.
Para o presidente do Sindicato dos Empresários Lotéricos do Rio Grande do Sul, Paulo Michielon, a adequação à lei é simples. Como a Caixa Econômica Federal já exige o monitoramento dentro nas casas lotéricas, basta aproveitar o mesmo sistema.
Sartori foi procurado para falar sobre a possibilidade de sanção, mas a assessoria de imprensa da prefeitura encaminhou o assunto ao secretário de Governo, Pedro Incerti. Ele não manifestou tendência sobre a posição da administração, mas considerou a iniciativa benéfica
Após assalto a banco, deputado cobra reforço policial para Itiquira
O Banco do Brasil de Itiquira, cidade localizada na Região Sul do Estado (360 km de Cuiabá) foi alvo de assaltantes, na tarde desta terça-feira (03). Durante a ação, os criminosos aterrorizaram funcionários e clientes da agência e utilizaram reféns como escudo humano na fuga. A quantia roubada não foi divulgada. A violência dos crimes que vem sendo praticados no município de Itiquira preocupa os moradores e autoridades. O deputado estadual, Ondanir Bortolini –o Nininho em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa na sessão dessa terça-feira (03) lamentou o ocorrido e solidarizou-se com os itiquirenses. “Vamos cobrar mais profissionais e estruturação da delegacia da cidade junto ao Governo do Estado, com o apoio da Comissão de Segurança Pública da AL”, frisou.
Nininho, que foi prefeito daquele município por três vezes antes de residir em Rondonópolis, ressaltou em seu discurso a necessidade de ampliar urgentemente o número de profissionais para atuarem no combate à criminalidade e atender a reivindicação de encaminhamento de novas viaturas para a delegacia local. “Sabemos que os moradores estão muito assustados, porque a ação foi muito violenta. Estaremos aqui na Assembleia cobrando do Estado ações efetivas para aumentar a segurança”.
Até às 21 horas dessa terça-feira os policiais ainda não haviam prendido os autores do assalto. “A polícia conta com um helicóptero para auxiliar a encontrar a localização dos bandidos e uma equipe da inteligência da Polícia Civil em parceria com a Militar está seguindo as pistas deixadas pelos criminosos. A população terá tranquilidade com a prisão desses assaltantes”, considerou ele.
Foi promovida em Itiquira, no dia 15 de março, uma audiência pública para debater Segurança Pública no município. O evento foi uma propositura do deputado Nininho, que reuniu representantes do Governo do Estado, da Polícia Judiciária Civil e da Polícia Militar de Mato Grosso para buscar alternativas visando reduzir a criminalidade no município.
O legislador já apresentou indicação para que sejam cedidas duas novas viaturas para Itiquira. “Debatemos a segurança em Itiquira há 20 dias durante a audiência pública. É uma pena que os moradores tenham sofrido mais esse trauma. Faremos o possível para ajudar a combater a criminalidade na cidade que nos abrigou e onde iniciamos a vida política”, assegurou o parlamentar.
Nininho, que foi prefeito daquele município por três vezes antes de residir em Rondonópolis, ressaltou em seu discurso a necessidade de ampliar urgentemente o número de profissionais para atuarem no combate à criminalidade e atender a reivindicação de encaminhamento de novas viaturas para a delegacia local. “Sabemos que os moradores estão muito assustados, porque a ação foi muito violenta. Estaremos aqui na Assembleia cobrando do Estado ações efetivas para aumentar a segurança”.
Até às 21 horas dessa terça-feira os policiais ainda não haviam prendido os autores do assalto. “A polícia conta com um helicóptero para auxiliar a encontrar a localização dos bandidos e uma equipe da inteligência da Polícia Civil em parceria com a Militar está seguindo as pistas deixadas pelos criminosos. A população terá tranquilidade com a prisão desses assaltantes”, considerou ele.
Foi promovida em Itiquira, no dia 15 de março, uma audiência pública para debater Segurança Pública no município. O evento foi uma propositura do deputado Nininho, que reuniu representantes do Governo do Estado, da Polícia Judiciária Civil e da Polícia Militar de Mato Grosso para buscar alternativas visando reduzir a criminalidade no município.
O legislador já apresentou indicação para que sejam cedidas duas novas viaturas para Itiquira. “Debatemos a segurança em Itiquira há 20 dias durante a audiência pública. É uma pena que os moradores tenham sofrido mais esse trauma. Faremos o possível para ajudar a combater a criminalidade na cidade que nos abrigou e onde iniciamos a vida política”, assegurou o parlamentar.
Familiares velam corpo do gerente morto durante assalto em Luzilândia
Familiares e amigos estão velando, na manhã desta quarta-feira (04), o corpo de Humberto Rodrigues Veloso, morto durante o assalto ao Banco do Brasil de Luzilândia, a 234 quilômetros de Teresina. O crime aconteceu na manhã desta terça-feira (03).
A vítima tinha 54 anos e era gerente da agência bancária. O corpo foi encaminhado para o IML de Teresina e liberado nas primeiras horas de hoje. Durante a ação ainda foi registrada a morte de um dos assaltantes.
O secretário estadual de Segurança, Robert Rios Magalhães, está no município acompanhando as investigações sobre o assalto e verificando as condições de segurança na cidade
A vítima tinha 54 anos e era gerente da agência bancária. O corpo foi encaminhado para o IML de Teresina e liberado nas primeiras horas de hoje. Durante a ação ainda foi registrada a morte de um dos assaltantes.
O secretário estadual de Segurança, Robert Rios Magalhães, está no município acompanhando as investigações sobre o assalto e verificando as condições de segurança na cidade
Gerente é morto durante assalto a banco no Piauí
Polícia procura por cinco suspeitos de assalto em Luzilândia.
Um dos assaltantes foi morto em troca de tiros com a polícia.
O gerente de uma agência bancária na cidade de Luzilândia, no Piauí, foi morto nesta terça-feira (3), durante um assalto ao banco. De acordo com a Polícia Civil, a agência foi invadida por seis homens armados. Um dos criminosos foi morto durante troca de tiros com a polícia.
Segundo a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, ainda não há informações sobre as circunstâncias da morte do gerente nem sobre a quantia levada pelos criminosos. Os demais funcionários da agência passam bem e não há informações sobre clientes feitos reféns durante o assalto, segundo o banco.
A polícia faz buscas pela região à procura dos cinco suspeitos do assalto, mas até o início da tarde desta terça-feira ninguém foi encontrado
Um dos assaltantes foi morto em troca de tiros com a polícia.
O gerente de uma agência bancária na cidade de Luzilândia, no Piauí, foi morto nesta terça-feira (3), durante um assalto ao banco. De acordo com a Polícia Civil, a agência foi invadida por seis homens armados. Um dos criminosos foi morto durante troca de tiros com a polícia.
Segundo a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, ainda não há informações sobre as circunstâncias da morte do gerente nem sobre a quantia levada pelos criminosos. Os demais funcionários da agência passam bem e não há informações sobre clientes feitos reféns durante o assalto, segundo o banco.
A polícia faz buscas pela região à procura dos cinco suspeitos do assalto, mas até o início da tarde desta terça-feira ninguém foi encontrado
terça-feira, 3 de maio de 2011
Projeto de Lei prevê vigilância profissional para casas lotéricas no ES
O deputado Marcelo Santos (PMDB) quer tornar obrigatória a presença de um vigilante profissional em casas lotéricas, agências dos correios, caixas eletrônicos e onde existir o serviço de correspondente bancário no Estado.
O Projeto de Lei nº 15/2011 já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e está sob análise da Comissão de Cidadania.
De acordo com o deputado, a proposta tem o objetivo de garantir a integridade física de usuários, funcionários e proprietários desse segmento comercial. Marcelo Santos observa que as casas lotéricas e outros estabelecimentos que prestam serviços de correspondentes bancários têm, cada vez mais, realizado serviços antes só oferecidos por agências bancárias, como saques de benefícios e de poupança, depósitos, pagamentos, entrada no pagamento habitacional, entre outros.
No entanto, prossegue o parlamentar, os estabelecimentos não oferecem a mesma segurança disponibilizada nos bancos, que dispõem de segurança humana armada, porta giratória equipada com detector de metais etc.
“Em função dessa fragilidade na segurança dos correspondentes bancários, esses estabelecimentos têm sido alvos constantes de assaltos, inclusive com registro de homicídios”, salienta o parlamentar peemedebista.
Segundo a proposta, a vigilância profissional será obrigatória somente durante o horário de funcionamento do estabelecimento. O texto determina, ainda, que vigilante é o empregado contratado para a execução das atividades de segurança patrimonial e de pessoas físicas.
A matéria prevê multa de 10 mil VRTEs (Valores de Referência do Tesouro Estadual) para quem descumprir a Lei. O valor será cobra em dobro em casos de reincidência
O Projeto de Lei nº 15/2011 já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e está sob análise da Comissão de Cidadania.
De acordo com o deputado, a proposta tem o objetivo de garantir a integridade física de usuários, funcionários e proprietários desse segmento comercial. Marcelo Santos observa que as casas lotéricas e outros estabelecimentos que prestam serviços de correspondentes bancários têm, cada vez mais, realizado serviços antes só oferecidos por agências bancárias, como saques de benefícios e de poupança, depósitos, pagamentos, entrada no pagamento habitacional, entre outros.
No entanto, prossegue o parlamentar, os estabelecimentos não oferecem a mesma segurança disponibilizada nos bancos, que dispõem de segurança humana armada, porta giratória equipada com detector de metais etc.
“Em função dessa fragilidade na segurança dos correspondentes bancários, esses estabelecimentos têm sido alvos constantes de assaltos, inclusive com registro de homicídios”, salienta o parlamentar peemedebista.
Segundo a proposta, a vigilância profissional será obrigatória somente durante o horário de funcionamento do estabelecimento. O texto determina, ainda, que vigilante é o empregado contratado para a execução das atividades de segurança patrimonial e de pessoas físicas.
A matéria prevê multa de 10 mil VRTEs (Valores de Referência do Tesouro Estadual) para quem descumprir a Lei. O valor será cobra em dobro em casos de reincidência
Vigilantes denunciam ação clandestina em Roraima
Pelo menos oito empresas estão atuando em Roraima de forma ilegal na área de serviços de segurança e vigilância. A denúncia foi formalizada junto à Polícia Federal, responsável pela autorização e fiscalização das empresas deste segmento, por líderes sindicais. Eles alertaram para a prática ilegal e avisam que quem contrata esses serviços também pode ser implicado civil e criminalmente por infrações praticadas pelo contratado.
O presidente do Sindicato das Empresas de Vigilância e Transporte de Valores do Estado de Roraima (Sindesp-RR), Nonato Coelho, o vice-presidente, Wanderlan Oliveira, e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Vigilância e Transportes de Valores de Roraima (Sintevitraver), Manoel Santana, estiveram na Folha e explicaram com detalhes os problemas gerados pelas empresas clandestinas.
Além de atuarem sem treinamento, as oito empresas apontadas pelos líderes sindicais não foram fiscalizadas e não têm autorização emitida pela Delegacia de Controle e Segurança Privada (Delesp) da PF. A mesma delegacia ficou responsável em fiscalizá-las nos próximos dias. Eles estimam mais de mil pessoas atuando nessas empresas ilegais.
“Já formalizamos a denúncia junto à PF sobre essa prática das empresas clandestinas. Elas não são autorizadas pelo Ministério da Justiça. Para isso, necessita de uma certidão e ainda cumprir uma série de medidas determinadas em leis e portarias. Uma delas é a lei 7.102/53, que regulamenta a função de vigilante e estabelece aos órgãos privados regulamentação”, disse Nonato Coelho.
Somente três empresas de segurança são autorizadas a atuar como escolta armada, vigilância e transporte de valores em Roraima. Juntas elas geram 1.500 empregos diretos e com registro em carteira. Manoel Santana, presidente do Sintevitraver, enfatizou que a maioria dos supostos vigilantes das empresas clandestinas não tem o curso obrigatório de vigilante.
Santana foi enfático ao reclamar que muitas pessoas se identificam como vigilante e não possuem identificação registrada junto ao Sintevitraver. Segundo ele, a portaria 891 institui o modelo da carteira nacional de vigilante. “Para isso, deve estar sindicalizado e ter passado por um curso de capacitação. A cada dois anos, o vigilante passar por uma reciclagem”, disse.
Toda empresa de segurança também deve obedecer à portaria nº 387, do Departamento da Polícia Federal (DPF), de 28 de agosto de 2006, que disciplina em todo o território nacional as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.
“Para exercer qualquer tipo de atividade de vigilância deve receber uma autorização com base na lei 10.826, que regulamenta o registro, posse de arma de fogo e munição. Nós pagamos todas as taxas e cumprimos as exigências para atuarmos dentro da regularidade”, explicou Wanderlan Oliveira.
A denúncia e a divulgação da ação de empresas clandestinas, segundo os líderes sindicais, também são um alerta à população sobre essa prática irregular. Oliveira explicou que as empresas e pessoas que contratarem os serviços de empresas clandestinas estão sujeitas a uma série de penalidades.
“Essa prática vem acontecendo em Roraima há algum tempo. Além da capital, alguns municípios do interior até contratam essas empresas que atuam também em eventos”, disse ao citar o caso de um jovem que teve convulsões ao ser abordado de forma irregular, pois o suposto segurança não era treinado.
Para Wanderlan, algumas empresas estão se tornando verdadeiras milícias, que utilizam arma não letal de choque, cacetete, colete, fardamento, carro com giroflex e com inscrições de escolta e grupo tático. Ele explicou que as empresas clandestinas estão se espalhando muito rápido e a população deve ficar atenta para não comprar serviço irregular.
“Elas vendem serviços em determinados bairros, empresas, como posto de combustível, distribuidoras e supermercados. Estão até fechando ruas e abordando pedestres com a realização de blitze. Existem casos de agressão a moradores. Essas empresas estão se espalhando numa grande proporção e o serviço é ilegal”, alertou.
Wanderlan Oliveira deixou claro que as empresas de monitoramento eletrônico não são regulamentadas para atuar como vigilantes no uso de equipamentos. “Quem tem essas características deve procurar a Polícia Federal para se regularizar, pois serão fiscalizadas nos próximos dias”, disse ao justificar a necessidade do registro, pois quem atua como vigilante tem todas as informações de antecedentes criminais consultadas. “A idoneidade das pessoas que atuam na segurança irregular é verificada”.
Santana comentou que a maioria dos crimes recentes em Boa Vista é praticada por presos ou ex-detentos do sistema prisional. Ele acredita que muitos têm envolvimento com essas empresas clandestinas.
Sindicatos afirmam que policiais estão atuando como segurança
Além do problema das empresas irregulares, os sindicalistas afirmam que policiais civis e militares também estão atuando em serviços de segurança. Em alguns casos, policiais durante a folga atuam como chefes de segurança de algumas empresas e instituições de ensino superior em Boa Vista.
O presidente do Sindicato das Empresas de Vigilância e Transporte de Valores do Estado de Roraima (Sindesp-RR), Nonato Coelho, e o vice-presidente, Wanderlan Oliveira, alertaram para essa prática que também vem se tornando comum. Para eles, a atuação desses policiais não vem sendo acompanhada pelos seus superiores.
Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Vigilância e Transportes de Valores de Roraima (Sintevitraver), Manoel Santana, reclamou que alguns supermercadistas são escoltados em viaturas da Polícia Militar até a porta de agências bancárias.
“Quando um cidadão precisa acionar a PM, informam que não tem viatura. Mas a viatura está lá, escoltando um empresário. Não se pode ter diferenciação para o serviço público atender empresários desta forma”, reclamou ao lembrar que equipamentos e também armas da instituição pública são utilizadas durante os “bicos” dos policiais.
A Folha tentou contato com o coronel Dílson Vaz, comandante do Policiamento da Capital (CPC), mas ele não atendeu ao telefone celular. Já o secretário de Segurança Pública (Sesp), Elieser Monteiro, explicou que vai apurar a denúncia e deve convidar os líderes sindicais para que apontem onde ocorrem tais irregularidades.
Monteiro foi enfático ao informar que o problema identificado será passado à Corregedoria da Polícia Civil, para apurar a possível prática irregular. “As empresas de vigilância são controladas pela Polícia Federal e, mesmo não sendo nossa atribuição, já realizamos reuniões para debater o problema com a presença de representantes das empresas e da PF. Pedimos rigor nesse combate e até orientamos os empresários a contratar empresas legalizadas”, explicou.
Ele disse que a utilização de empresas irregulares não são as responsáveis por possíveis problemas graves em eventos. “Se acontece uma falha num evento, recai sobre a empresa que contrata. Todas as reclamações e denúncias serão apuradas. Aceitamos a afirmação, mas vamos apurar e confirmar o fato”, disse.
VIGIA – Outra prática comum e também denunciada é de empresas que contratam funcionários para trabalhar como vigilante sem treinamento e ainda armados. “Isso é perigo e ilegal. É preciso cumprir várias normas para que se tenha uma segurança orgânica”, disse Santama ao reforçar que a fiscalização vai atuar em determinadas empresas.
O presidente do Sindicato das Empresas de Vigilância e Transporte de Valores do Estado de Roraima (Sindesp-RR), Nonato Coelho, o vice-presidente, Wanderlan Oliveira, e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Vigilância e Transportes de Valores de Roraima (Sintevitraver), Manoel Santana, estiveram na Folha e explicaram com detalhes os problemas gerados pelas empresas clandestinas.
Além de atuarem sem treinamento, as oito empresas apontadas pelos líderes sindicais não foram fiscalizadas e não têm autorização emitida pela Delegacia de Controle e Segurança Privada (Delesp) da PF. A mesma delegacia ficou responsável em fiscalizá-las nos próximos dias. Eles estimam mais de mil pessoas atuando nessas empresas ilegais.
“Já formalizamos a denúncia junto à PF sobre essa prática das empresas clandestinas. Elas não são autorizadas pelo Ministério da Justiça. Para isso, necessita de uma certidão e ainda cumprir uma série de medidas determinadas em leis e portarias. Uma delas é a lei 7.102/53, que regulamenta a função de vigilante e estabelece aos órgãos privados regulamentação”, disse Nonato Coelho.
Somente três empresas de segurança são autorizadas a atuar como escolta armada, vigilância e transporte de valores em Roraima. Juntas elas geram 1.500 empregos diretos e com registro em carteira. Manoel Santana, presidente do Sintevitraver, enfatizou que a maioria dos supostos vigilantes das empresas clandestinas não tem o curso obrigatório de vigilante.
Santana foi enfático ao reclamar que muitas pessoas se identificam como vigilante e não possuem identificação registrada junto ao Sintevitraver. Segundo ele, a portaria 891 institui o modelo da carteira nacional de vigilante. “Para isso, deve estar sindicalizado e ter passado por um curso de capacitação. A cada dois anos, o vigilante passar por uma reciclagem”, disse.
Toda empresa de segurança também deve obedecer à portaria nº 387, do Departamento da Polícia Federal (DPF), de 28 de agosto de 2006, que disciplina em todo o território nacional as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.
“Para exercer qualquer tipo de atividade de vigilância deve receber uma autorização com base na lei 10.826, que regulamenta o registro, posse de arma de fogo e munição. Nós pagamos todas as taxas e cumprimos as exigências para atuarmos dentro da regularidade”, explicou Wanderlan Oliveira.
A denúncia e a divulgação da ação de empresas clandestinas, segundo os líderes sindicais, também são um alerta à população sobre essa prática irregular. Oliveira explicou que as empresas e pessoas que contratarem os serviços de empresas clandestinas estão sujeitas a uma série de penalidades.
“Essa prática vem acontecendo em Roraima há algum tempo. Além da capital, alguns municípios do interior até contratam essas empresas que atuam também em eventos”, disse ao citar o caso de um jovem que teve convulsões ao ser abordado de forma irregular, pois o suposto segurança não era treinado.
Para Wanderlan, algumas empresas estão se tornando verdadeiras milícias, que utilizam arma não letal de choque, cacetete, colete, fardamento, carro com giroflex e com inscrições de escolta e grupo tático. Ele explicou que as empresas clandestinas estão se espalhando muito rápido e a população deve ficar atenta para não comprar serviço irregular.
“Elas vendem serviços em determinados bairros, empresas, como posto de combustível, distribuidoras e supermercados. Estão até fechando ruas e abordando pedestres com a realização de blitze. Existem casos de agressão a moradores. Essas empresas estão se espalhando numa grande proporção e o serviço é ilegal”, alertou.
Wanderlan Oliveira deixou claro que as empresas de monitoramento eletrônico não são regulamentadas para atuar como vigilantes no uso de equipamentos. “Quem tem essas características deve procurar a Polícia Federal para se regularizar, pois serão fiscalizadas nos próximos dias”, disse ao justificar a necessidade do registro, pois quem atua como vigilante tem todas as informações de antecedentes criminais consultadas. “A idoneidade das pessoas que atuam na segurança irregular é verificada”.
Santana comentou que a maioria dos crimes recentes em Boa Vista é praticada por presos ou ex-detentos do sistema prisional. Ele acredita que muitos têm envolvimento com essas empresas clandestinas.
Sindicatos afirmam que policiais estão atuando como segurança
Além do problema das empresas irregulares, os sindicalistas afirmam que policiais civis e militares também estão atuando em serviços de segurança. Em alguns casos, policiais durante a folga atuam como chefes de segurança de algumas empresas e instituições de ensino superior em Boa Vista.
O presidente do Sindicato das Empresas de Vigilância e Transporte de Valores do Estado de Roraima (Sindesp-RR), Nonato Coelho, e o vice-presidente, Wanderlan Oliveira, alertaram para essa prática que também vem se tornando comum. Para eles, a atuação desses policiais não vem sendo acompanhada pelos seus superiores.
Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Vigilância e Transportes de Valores de Roraima (Sintevitraver), Manoel Santana, reclamou que alguns supermercadistas são escoltados em viaturas da Polícia Militar até a porta de agências bancárias.
“Quando um cidadão precisa acionar a PM, informam que não tem viatura. Mas a viatura está lá, escoltando um empresário. Não se pode ter diferenciação para o serviço público atender empresários desta forma”, reclamou ao lembrar que equipamentos e também armas da instituição pública são utilizadas durante os “bicos” dos policiais.
A Folha tentou contato com o coronel Dílson Vaz, comandante do Policiamento da Capital (CPC), mas ele não atendeu ao telefone celular. Já o secretário de Segurança Pública (Sesp), Elieser Monteiro, explicou que vai apurar a denúncia e deve convidar os líderes sindicais para que apontem onde ocorrem tais irregularidades.
Monteiro foi enfático ao informar que o problema identificado será passado à Corregedoria da Polícia Civil, para apurar a possível prática irregular. “As empresas de vigilância são controladas pela Polícia Federal e, mesmo não sendo nossa atribuição, já realizamos reuniões para debater o problema com a presença de representantes das empresas e da PF. Pedimos rigor nesse combate e até orientamos os empresários a contratar empresas legalizadas”, explicou.
Ele disse que a utilização de empresas irregulares não são as responsáveis por possíveis problemas graves em eventos. “Se acontece uma falha num evento, recai sobre a empresa que contrata. Todas as reclamações e denúncias serão apuradas. Aceitamos a afirmação, mas vamos apurar e confirmar o fato”, disse.
VIGIA – Outra prática comum e também denunciada é de empresas que contratam funcionários para trabalhar como vigilante sem treinamento e ainda armados. “Isso é perigo e ilegal. É preciso cumprir várias normas para que se tenha uma segurança orgânica”, disse Santama ao reforçar que a fiscalização vai atuar em determinadas empresas.
Bando explode três caixas eletrônicos em posto da Rodovia dos Bandeirantes em SP
Um posto de gasolina e um restaurante foram roubados na madrugada desta segunda-feira na Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí, a 65 km da capital paulista. Pelo menos 10 homens armados renderam os frentistas e o segurança do restaurante e explodiram três caixas eletrônicos. A quantia levada não foi divulgada. Não houve feridos. Do posto, também foram levados R$ 400. A polícia não tem pistas dos bandidos.
Também na região de Campinas, bandidos tentaram arrombar um caixa eletrônico no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) na madrugada desta segunda-feira. Os ladrões tentaram arrombar o equipamento do Banco Santander usando um maçarico. Os seguranças perceberam a ação dos criminosos e eles fugiram sem levar nada. Ninguém foi preso e a ocorrência foi registrada no 4º Distrito Policial de Campinas
Em Pirassununga, na região central do estado, três homens armados renderam funcionários e clientes de uma lanchonete para arrombar um caixa eletrônico. A ação foi na madrugada desta segunda-feira. Eles também usaram maçarico para abrir o equipamento.
Já em Tambaú, os assaltantes não tiveram êxito, usaram explosivos para tentar abrir um caixa eletrônico de uma agência bancária no centro da cidade, mas não conseguiram. Os suspeitos fugiram antes da chegada da polícia.
Também na região de Campinas, bandidos tentaram arrombar um caixa eletrônico no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) na madrugada desta segunda-feira. Os ladrões tentaram arrombar o equipamento do Banco Santander usando um maçarico. Os seguranças perceberam a ação dos criminosos e eles fugiram sem levar nada. Ninguém foi preso e a ocorrência foi registrada no 4º Distrito Policial de Campinas
Em Pirassununga, na região central do estado, três homens armados renderam funcionários e clientes de uma lanchonete para arrombar um caixa eletrônico. A ação foi na madrugada desta segunda-feira. Eles também usaram maçarico para abrir o equipamento.
Já em Tambaú, os assaltantes não tiveram êxito, usaram explosivos para tentar abrir um caixa eletrônico de uma agência bancária no centro da cidade, mas não conseguiram. Os suspeitos fugiram antes da chegada da polícia.
Pará reforça combate a quadrilhas especializadas em assaltos a bancos
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Apenas nos quatro primeiros meses deste ano foram presas 51 pessoas envolvidas com roubos a banco no interior do Pará. O número corresponde a 82,25% do total de prisões efetuadas durante o ano de 2010. “Além das prisões já concretizadas, existem 10 mandado a serem cumpridos”, destaca o diretor de Polícia Especializada, delegado João Bosco Rodrigues, frisando que essas prisões podem ocorrer a qualquer momento.
A captura dos acusados desarticulou nove quadrilhas especializadas em assaltos a bancos ou crimes relacionados, como extorsão conhecida por “sapatinho” - quando um familiar de um bancário é feito refém até que os envolvidos recebam o pagamento exigido.
Em 2010, a extorsão mediante sequestro se repetiu 10 vezes no interior paraense. Este ano, quatro episódios foram registrados, segundo números do Centro Estratégico Integrado do Sistema de Segurança Pública do Estado e da Delegacia de Repressão aos Roubos a Bancos (DRRB), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).
O trabalho policial não se restringe, porém, a capturar os assaltantes após o crime. No dia 06 de abril deste ano, a equipe de policiais da DRRB prendeu, no município de Barcarena (nordeste do Pará), uma quadrilha antes de mais um assalto a banco. Segundo o delegado Luís Xavier, titular da DRRB, “a quadrilha foi presa no momento em que se preparava para cometer mais um crime na modalidade 'sapatinho', tendo como possíveis alvos funcionários das agências bancárias das cidades de Traquateua e Augusto Corrêa (ambas na região nordeste)”.
Antecedentes - Segundo ele, o líder da quadrilha, Sandoval Xavier de Oliveira, havia participado, em 2009, de ações criminosas nas agências bancárias das cidades de Concórdia do Pará, no tipo “sapatinho”, e em Garrafão do Norte, no tipo “vapor” - quando os acusados aterrorizam as vítimas. Havia ainda contra Sandoval dois mandados de prisão preventiva, referentes a esses crimes.
"Em contato com a Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte, tomamos conhecimento que havia outros dois mandados de prisão preventiva contra Sandoval Xavier de Oliveira, um no Estado da Paraíba e outro no Rio Grande do Norte, os quais nos foram repassados e cumpridos”, relata o delegado Luís Xavier. A quadrilha que Sandoval comandava era formada por seis pessoas. Todas foram presas.
Entre janeiro e abril deste ano, agências bancárias e postos de atendimento no interior do Pará foram alvo de 11 ações criminosas, mas apenas uma pode ser classificada como assalto - homens armados invadiram a agência do banco Santander, em Barcarena, no dia 17 de março. Os demais crimes foram quatro do tipo “sapatinho”, quatro do tipo “vapor” e dois furtos com arrombamento, como o ocorrido na agência do banco Santander, no município de Ananindeua, no último dia 16
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